Painel
Quem participa hoje deste quadro da receita é nossa amiga e parceira Sirley Bernardinelli, uma das comandantes da Peixaria Tambaqui, na Vila Nova, e que entende tudo de receitas de peixes e frutos do mar. Hoje ela ensina a fazer o Filé de Pescada Assado. Anote:
Ingredientes
1 kg de filé de pescada*
1 colher de sopa rasa de sal
2 dentes de alho
1/2 cebola pequena (batida)
3 colheres de sopa de vinagre
4 colheres de sopa de azeite ou óleo
Pimenta e pimenta-do-reino a gosto
Modo de fazer
Misture os temperos no filé, regue com o azeite, despeje em uma assadeira proporcional à quantidade de filés e leve para assar em forno preaquecido durante 30 ou 40 minutos.
*O filé de pescada é opcional: pode ser substituído por tilápia, merluza ou salmão.
Sabe quem são os “candidatos Copa do Mundo”? Aqueles que a gente vê só de quatro em quatro anos*** e agora vamos ao pessoal da Torcida Uniformizada do Painel, começando por alguns que estarão mudando de idade nova esta semana*** hoje, por exemplo, Noemi Pucci Pieri*** amanhã, Omar Nardi*** na terça, Aloísio Hilário de Oliveira*** quarta, ‘seo’ José Olegário Filho*** e na quinta-feira, Hélio Rubens Garcia e Ary Martins*** esta coluna também é lida pelo amigo Paulo Henrique Ravagnani, que emplacou 7.0 na última segunda-feira*** e mais ainda, muitos mais, sempre atentos a estas linhas***
Para a reflexão inicial, esta frase de Chico Xavier: “A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo”!
Será amanhã, às 19h30, a inauguração do novo prédio da Câmara Municipal, no Jardim América. Vou conhecê-lo internamente amanhã, mas por fora e pelas fotos, ficou muito bonito e perfeitamente adequado ao trabalho dos vereadores. Agora, esperamos que eles façam jus à sua nova sede que, depois de muitos anos, sai das dependências da Prefeitura, justificando o seu poder independente. Agradeço ao presidente, Joaquim Pereira Ribeiro, pelo atencioso convite. Vamos marcar presença.
Boa parte da família Maniglia esteve reunida em Franca neste fim de semana, a fim de abraçar a matriarca, dona Norma Maniglia, que completou ontem 90 anos de vida. Ela é mãe de pessoas cultas e muito conhecidas como os médicos Jaiter (casado com Maria Teresa), Jairney (marido da Clarice) e José Victor (casado com Regina). E ainda, mãe da Rosa Mônica, mulher do Dominguinhos Duarte, e do saudoso advogado Agostinho Olney, que foi casado com a Clarice Carvalho Maniglia. Dona Norma tem ainda 13 netos e 8 bisnetos. Nosso abraço a todos, especialmente à aniversariante.
Chegou na quarta-feira, 25, a primeira filha do jovem casal Cleiton Moscardini-Elisa. Isabela nasceu pelas mãos da doutora Eliana, na Maternidade do Hospital Unimed-São Joaquim. Ela é netinha dos nossos amigos casais Paulo Moscardini-Santa e Olívio Roberto Raiz-Neusa Coelho Raiz. Vai daqui um abraço a todos eles.
Sempre é tempo de economizar água, mas mais especialmente agora, em meio a esta seca prolongada. Então, vale lembrar algumas diferentes formas de reduzir o consumo. Por exemplo: escovando os dentes por 5 minutos com a torneira aberta, você gasta 80 litros de água. Se escovar com a torneira fechada, a economia será em torno de 70 litros. Tomando banho por 15 minutos, o consumo médio é de 150 litros. Se fechar a torneira enquanto se ensaboa, diminuindo ainda o tempo no chuveiro, vai reduzir em 100 litros. Lavar a louça deixando a torneira aberta por 15 minutos vai consumir 240 litros de água. Se ensaboar a louça com a torneira fechada, a redução de água chega a quase 200 litros. Apertar a descarga durante 6 segundos vai consumir 10 litros de água. Se a válvula estiver defeituosa, ela pode chegar a desperdiçar até 20 litros. Convém mandar consertar e economizar. Se uma torneira gotejar durante um mês inteiro, ela irá jogar fora cerca de 1.400 litros de água. Por isso, verifique sempre se as torneiras de sua residência ou sua empresa estão em bom estado de funcionamento. Não vamos nem falar em lavar o carro com a mangueira aberta ou lavar calçadas nesta época, que é uma falta de cidadania e quase um crime. Então, veja onde você também pode fazer sua parte economizando água. Principalmente enquanto a chuva não vem.
Até o padre José Geraldo, nas missas do último fim de semana na Catedral, engrossou o coro dos que clamam por uma providência de Prefeitura e polícia para impedir a bagunça que vem ocorrendo nas praças principais, como a N.S. da Conceição e Barão. A concha acústica virou pista para skatistas e o calçadão para ciclistas. O secretário Tenente Buranelli prometeu que vai tomar providências, em meu programa. Estamos de olho, vamos conferir e voltar a cobrar ou, quem sabe, elogiar as medidas tomadas. O que não pode é continuar sendo terra de ninguém.
Dia desses o Jornal Nacional da TV Globo exibiu uma matéria chamando a atenção, principalmente dos jovens, para a perda de audição que vem ocorrendo em grande escala. Motivos principais: o uso de fone de ouvido o tempo todo e o volume excessivo. Se isso já é prejudicial, imagine aqueles que apreciam o batidão dentro dos carros. Pode encher a paciência dos outros, mas os seus próprios ouvidos muito breve vão reclamar. É a futura geração dos surdinhos...
Era uma pena a gente não poder, pelo menos no rádio, fazer piadas de alguns dos candidatos que aparecem no horário político na televisão. Nessa semana, a proibição caiu. Ainda bem, pois temos material à vontade. Tem uma lá que defende a classe operária com tanta preguiça no vídeo que ninguém vai querer dar emprego a ela.
A colaboração de hoje chega através do médico Saul Luiz Cavalcanti, nosso leitor e amigo, com uma foto de um jogo de confraternização reunindo uma equipe formada por médicos, juízes e amigos. Foi no Estádio Coronel Nhô Chico, em 1965. A foto foi feita pelo Rigoletto. Em pé, da esquerda para a direita, Velasco Soares, Heraldo Figueiredo, Facury, Edinho, Cristiano e Reinaldo Vilela. Agachados, William Jorge, Reinaldo C.Ribeiro, Gualtinho, Carlos Mattar, Higino Rossi e Saul Cavalcanti.
O único farmacêutico daquela cidadezinha convidou o mineirinho, que havia acabado de entrar no curso de enfermagem, para que tomasse conta da farmácia naquele dia, pois teria que viajar. No dia seguinte, logo que retornou, perguntou ao ajudante:
— E então, Zé, tudo tranquilo ontem aqui na farmácia?
— Tudo bem, seo Manoel. Atendi três pacientes. Para a dona Lourdes, com dor de cabeça, eu receitei Parecetamol. Depois veio o seo Luís com dor de estômago e eu falei prá ele levar Omeprazol...
— Muito bom, Zé. E o último cliente?
— Ah, seo Manoel, foi uma loira bonitona que só vendo. Eu nem conheço ela, mas a mulher entrou aqui toda despachada, foi entrando lá dentro, tirou a roupa, mas tirou tudo mesmo, se ajeitou na maca e gritou: “Vem me ajudar... Faz cinco anos que eu não vejo um homem...”
— Nossa! E o que você fez?
— Uai, seo Manoel, prá resorvê o pobrema carquei colírio nos zóio dela!