Painel
Uma receita simples mas interessante e prática é apresentada hoje por nossa leitora, dona Maria Cândida de Lima Ribeiro. Ela ensina a fazer o Pão de Cenoura. Quer experimentar? Então, anote:
Ingredientes
1 xícara de chá de óleo
2 colheres de sopa (rasas) de açúcar
1 xícara de chá da água do cozimento da cenoura ou leite morno
3 ovos
1 colher de sopa de sal
Cenouras cozidas até atingir o ponto máximo de 1. 200 ml no copo do liquidificador
50 gramas de fermento
Cerca de 1 kg de farinha de trigo
Modo de Fazer
Bater no liquidificador todos os ingredientes exceto a farinha. Colocar em um recipiente grande e ir adicionando a farinha de trigo aos poucos, com o auxilio de uma colher. Quando ficar difícil de mexer com a colher despeje mais farinha e sove com as mãos até que a massa desgrude. (Cuidado para não acrescentar farinha demais para não deixar o pão muito duro). Deixe a massa crescer até dobrar de tamanho. Enrole os pãezinhos e deixe crescer novamente. Leve ao forno para assar em temperatura baixa.
Obs. Nessa receita pode-se substituir as cenouras por batata, abobrinha, abóbora, chuchu, beterraba ou ainda por folhas e talos de hortaliças em quantidades suficientes para atingir o volume máximo de 1. 200 ml no copo do liquidificador.
É hoje que a gente decide se fica pior ou não fica*** Enquanto isso, vamos anunciando mais uma turma que integra a Torcida Uniformizada do Painel*** que tem Vitinho Presotto e Tamara, casal simpático que dividiu mesa conosco no jantar do Clube do Automóvel Antigo*** José Roberto Ambrósio e sra. também recebiam gentilmente os convidados*** E mais: esta coluna é sempre lida pelo meu afilhado Edgard Ajax Filho, que deve integrar o Conselho Estadual da Juventude*** João Batista Alves, que confere estas linhas do começo ao fim, todos os domingos*** médico Sebastião R. Salomão, que participou esta semana do Congresso Brasileiro de Cardiologia, em Belo Horizonte*** e mais, muitos mais.
Começamos com esta frase de Confúcio, o sábio chinês: “O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante do idiota que quer bancar inteligente!”
A convite do Clube do Automóvel Antigo estive participando no sábado último do seu jantar de confraternização, que aconteceu no salão do Plaza Inn Hotel. Presença de sócios de inúmeras cidades, num clima de muita descontração, com a Noite da Boemia. Esse clube, que conta com cem integrantes só em Franca, reúne-se semanalmente em sua sede à Rua José Bonifácio. Faz parte da Federação Brasileira de Veículos Antigos.
Muitos leitores e amigos mudam de idade esta semana. Começando hoje pelo meu cunhado Miguel Maniglia Júnior. e meus sobrinhos Augusto César R. Rodrigues e Débora Lopes Rodrigues. Amanhã: Namir e Silma A. Junqueira; na terça, o colega Roberto Franchini; quarta, colega Daniel Rodrigues, Fernando Couto Rosa e Arsênio de Freitas; quinta, Ricardo J. Silva (Mirandinha); sexta, a sobrinha Suely Cristina L. N. Faria. e José Fernandes(Zé Tatu); e no sábado, Luiza Helena Trajano Rodrigues. e José Almeida Turquetti. Segue daqui o nosso abraço a todos eles.
Conversei esta semana, via telefone, com o padre Jamil, que coordena os encontros e projetos para a construção da capela do Divino Pai Eterno, no Residencial Amazonas, proximidades do Franca- Shopping. Logo houver recursos financeiros suficientes, a construção deverá ser iniciada. Todas as quartas-feiras um grupo se reúne para discutir os passos seguintes. Outra coisa: a Diocese de Franca adquiriu, na época de dom Caetano, a Rádio Cultura-AM, de Ituverava, que tem na sua direção o padre Vilmar, daquela paróquia. Vem sendo usada na Evangelização através do rádio.
A convite da direção do Hospital São Joaquim estive na semana passada testando o seu novo produto, que é o Chek-Up Day, voltado principalmente para empresários que dispõem de pouco tempo. Apenas numa manhã, das 7 ao meio-dia, são feitos todos os exames possíveis, cujos resultados são entregues na mão do paciente ao final da bateria. Achei excelente, pela precisão e prática dos exames, feitos de uma só vez. No interior, talvez Franca seja a única cidade a contar com esse procedimento. Soube que o interesse e procura para agendamento tem sido muito grande.
Mais uma foto, entregue lá no meu colaborador caixa-postal Élison Fernandes: Esta é do ano de 1956 (faz tempo, heim?) e mostra um time infanto-juvenil da A. A. Francana. Em pé, da esquerda para a direita: José Olavo, Marcos Junqueira, Ronaldo Hadad Fabinho, Dimas Néri, Uberabinha e Walter Bodão. Agachados: Clarineta, Tiplum, Pintinho, David e Marcos Soneira.
Passou da hora de nossos legisladores, mais precisamente deputados federais e senadores, desconfiarem que o atual esquema do horário político gratuito, no rádio e na televisão, está superado e serve apenas para deixar o eleitor revoltado e arrebentar com a programação das emissoras. Não apenas pelo horário específico, mas também (e principalmente) pela enxurrada de spots e jingles que obrigam as emissoras a inserir em vários horários, de forma repetida, amontoada e sem despertar o menor interesse. O que desperta um pouco mais a atenção são os debates e as sabatinas, quando isso acontece. Aqui em Franca, o GCN Comunicação deu uma lição de como deveria ser feito em cada município, com os seus respectivos órgãos de divulgação programando de forma séria e profissional as sabatinas. Aí sim, pode ser mostrado um pouco do conhecimento de cada concorrente. E evitaria cenas de palhaçada como as do Tiririca e vários outros que encaram a política como brincadeira, além das de apelo erótico, como do insinuante número 69 daquela garota-candidata. E o dinheirão que se gasta com as placas e bandeiras? Servem apenas para comprometer o visual da cidade e, na melhor das hipóteses, dar um dinheirinho aos cabos eleitorais. Se os nossos legisladores não tiverem idéia melhor, convidem profissionais do ramo da comunicação para discutir o assunto. E aí pode melhorar. Ninguém agüenta mais esse modelo.
O sujeito é vizinho de apartamento de uma loira exuberante, que chama a atenção de todos no prédio. Ele é solteirão, mora sozinho e está no sofá, vendo um filme, quando toca a campainha. Vai atender e é a vizinha, que diz:
— Oi, cheguei agora, vou tomar um banho e quero sair por aí e curtir a noite. Estou com uma vontade incontrolável de beber alguma coisa, dançar. enfim, me divertir a noite inteira. Você vai estar ocupado esta noite?
— Não, Não. de jeito nenhum — diz o camarada, já animadíssimo.
E ela:
— Será, então, que o senhor não podia ficar com o meu cachorro?