Painel
Ficou mais difícil sorrir com a morte do simpático e alegre Jair... Ele foi um dos cantores mais queridos, justamente pela sua simplicidade e maneira de ser, descontraído e cativante. Depois de surgir com o sucesso Deixa isso pra lá, um pioneiro do ritmo rap, Jair Rodrigues consagrou-se nacionalmente ao vencer o 2º Festival de Música Popular promovido pela Record, interpretando a composição de Geraldo Vandré e Théo, Disparada. A respeito dessa música, contam que o autor, Vandré, ao convidá-lo para defendê-la no festival, advertiu: “Olha, negão. Não brinca muito quando for cantar minha música, porque ela é séria”. Isso foi no ano de 1966. E o concurso musical era mesmo coisa séria. No país não se falava em outra coisa. A moda de viola moderna de Vandré e Théo de Barros dividia a preferência do público com a marchinha A Banda, de Chico Buarque e que era interpretada pela doce voz de Nara Leão. No dia da decisão, 10 de outubro de 1966, a surpresa: As duas canções venceram, empatadas. Mas a história não acaba aí. Trinta e sete anos depois, em 2003, veio uma revelação do jornalista Zuza Homem de Mello, que trabalhou no festival como técnico de som, acompanhando todos os bastidores: A música A Banda, na verdade, havia vencido por 7 votos a 5 dos jurados. Ao saber do resultado com antecedência, Chico Buarque negou-se a receber o prêmio sozinho. Achava Disparada muito superior. E o anúncio foi feito, colocando as duas em primeiro lugar, empatadas! Duas verdadeiras obras-primas da nossa música popular, hoje tão carente de boas composições.
Esta coluna é sempre lida pelo Dorandir Antônio e Lúcia Helena Silveira Pimenta o Paulinho Careca e Malu também lê a gente o amigo Edward de Souza, que muda de idade no próximo sábado e esposa Rita a amiga Cidinha, uma das atendentes do Senhor Café, na Praça Barão, que aniversaria também no sábado minha cunhada Antônia Sanches Maníglia, que não perde uma linha desta coluna
Muda idade hoje o Coronel Brandão, aposentado da P.M... O Renato ‘Tip’ Moraes e a Renata Fernandes... Amanhã: Helinho Garcia Filho e Abdalla Jamil Abdalla... Na terça o Carlos Antônio Corrêa Borges... Na quarta, Wagner Liboni... Na quinta o Élison Fernandes e na sexta, o Jerônimo Pinto e os 90 anos do sr. Pelegrino Donato (Magazine Luiza)...
A foto de hoje é uma colaboração da leitora Cleide Couto Santos Gobbo, e mostra uma turma de alunas do antigo Colégio Jesus Maria José (Coleginho), que funcionou ali em frente ao campo da Francana. Era o ano de 1957. Reparem nos vestidos compridos e blusas também de mangas longas. Em pé, da esquerda para a direita: Maria Lúcia Monteiro, Helba Pinheiro de Souza de Paula e outra não identificada. Sentadas: Cleusa Macarine, Cleide Santos Gobbo e Regina Aurora Faleiros.
Aniversaria amanhã, 12 de maio, o querido sacerdote, padre Alessandro Marcos de Souza. Ele é o pároco da matriz de N.S. Aparecida, em Itirapuã, mas todas as segundas-feiras marca presença em meu programa Show da Manhã, pela Difusora AM, levando suas apreciadas mensagens. Estamos antecipando nosso abraço a ele. Muita saúde e paz.