REFLEXÃO NECESSÁRIA

A eleição não acabou em Bauru: é preciso repensar nossa política!

da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Eleição que não acabou
"A eleição terminou. A questão da representação, não!". Esse mote fecha duas extensas matérias analíticas que estão na edição impressa do Jornal da Cidade e no JCNET deste final de semana. Tratam, evidentemente, do grave fato de Bauru não ter elegido diretamente nenhum representante (deputado) na Assembleia Legislativa e Câmara Federal.

Os variados motivos
O Café com Política (JC/JCNET e 96FM) desta sexta (9) também discutiu a dificuldade de Bauru em eleger representantes com forte vínculo local. Entre os fatores mencionados no programa, que teve o ex-vereador Coronel Meira como convidado, estão a fragmentação dos votos, a concorrência com candidaturas ideológicas ou de segmentos e a força de grupos políticos com bases eleitorais consolidadas.

Falta de lideranças
O dilema bauruense também permite relacionar as disputas eleitorais fracassadas da classe política local (salvo duas ou três exceções) à construção de lideranças autênticas, que consigam ultrapassar os limites do município e promover articulação política regional. Bauru tem eleitorado expressivo, mas transformar esse potencial em representação política depende de articulação, concentração de votos e candidaturas competitivas.

A eleição municipal
Tudo isso acalenta a antecipação das movimentações para a próxima eleição municipal. A discussão do tema no Café com Política abordou o posicionamento ideológico, presença nas redes sociais, construção de imagem pública e a importância de apresentar uma identidade política reconhecível.

Novo formato eleitoral
O vereador Eduardo Borgo (Novo), que teve a melhor performance entre os bauruenses, é citado como exemplo de posturas local e ideológica marcantes e de forte presença digital, requisitos vistos como essenciais, hoje em dia, em qualquer disputa eleitoral para os diferentes níveis de poder.

Estratégias em debate
O Café de sexta, que teve também Kleber Santos, Ricardo Bizarra, Reinaldo Cafeo e João Jabbour, mencionou outros nomes e experiências políticas para discutir as estratégias eleitorais de diferentes perfis. Isso não significa, necessariamente, que todos os citados sejam candidatos ou tenham decisões eleitorais formalizadas.

Quem vai se habilitar?
Antes de existir uma campanha oficial, os possíveis candidatos devem delimitar seus espaços de atuação, consolidar discursos e se diferenciar perante o eleitorado. A pergunta é: quem conseguirá aplicar a nova cartilha com eficiência e transformar visibilidade em votos?

Assista ao Café com Política
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Vá até 1h30 de programa, ponto onde começa o Café.

 

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