ECONOMIA

A inflação americana deu um alívio


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A inflação dos Estados Unidos surpreendeu positivamente nesta semana. O índice de preços ao consumidor (CPI) caiu 0,4% em junho na comparação mensal e acumula alta de 3,5% em 12 meses. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado e reforçou a percepção de que o Federal Reserve poderá reduzir os juros ainda neste ano. Para o Brasil, uma inflação mais comportada nos EUA costuma aliviar pressões sobre o dólar e favorecer os mercados emergentes.

O que a inflação americana tem a ver conosco?

Muita gente imagina que a inflação dos Estados Unidos interessa apenas aos americanos. Não é bem assim. Quando os preços sobem por lá, os juros americanos tendem a ficar elevados, atraindo recursos do mundo todo. O resultado costuma ser um dólar mais forte e mais pressão sobre países emergentes. Por isso, a desaceleração da inflação americana é uma notícia acompanhada de perto pelos investidores brasileiros.

Serviços perdem força no Brasil

O setor de serviços brasileiro recuou 0,4% em maio na comparação com abril. O dado interrompe parte da recuperação observada no mês anterior e sugere uma desaceleração gradual da atividade econômica. Ainda assim, o setor continua em nível superior ao período pré-pandemia e acumula crescimento de 1,9% no ano.

Comprar usado exige pesquisa

O mercado de veículos usados continua atraindo compradores devido ao menor desembolso inicial. Porém, a diferença entre um bom negócio e uma dor de cabeça costuma estar na qualidade da pesquisa feita antes da compra. O impulso quase sempre é um péssimo conselheiro nesse momento.

Histórico do veículo é fundamental

Antes de fechar negócio, verifique se o veículo possui passagem por leilão, histórico de sinistros graves, restrições judiciais ou pendências financeiras. Hoje existem diversas ferramentas que permitem consultar essas informações com relativa facilidade. O histórico é tão importante quanto o estado atual do automóvel.

Cuidado com quilometragem

A quilometragem sozinha não conta toda a história. Um carro com baixa quilometragem, mas que recebeu pouca manutenção, pode trazer mais problemas do que outro com maior rodagem e histórico de revisões em dia. Avalie o conjunto de informações.

Leve um mecânico de confiança

Uma vistoria preventiva custa pouco quando comparada ao prejuízo de uma compra equivocada. Suspensão, motor, câmbio, sistema elétrico e estrutura da carroceria precisam ser analisados por alguém com experiência técnica.

Não olhe apenas o preço

Muitos compradores olham apenas o valor de aquisição. O correto é considerar também gastos com seguro, IPVA, consumo de combustível, peças e manutenção. Um veículo mais barato pode acabar custando mais caro ao longo do tempo.

Veículo também é decisão financeira

Embora seja essencial para muitas famílias, o automóvel normalmente não deve ser visto como investimento. Na maioria dos casos, ele se comporta como um bem de consumo que perde valor com o tempo. Por isso, a compra deve estar alinhada à capacidade financeira do proprietário.

Patrimônio se constrói com equilíbrio

Toda decisão financeira envolve três pilares: liquidez, segurança e rentabilidade. O segredo não está em concentrar recursos em um único ativo, mas em buscar equilíbrio. Reserva financeira, renda fixa, imóveis e investimentos produtivos podem conviver na mesma estratégia patrimonial. A verdadeira riqueza costuma ser construída com disciplina e visão de longo prazo, e não com apostas de curto prazo.

Mude já, mude para melhor!

A compaixão é a capacidade de enxergar a dor do outro e estender a mão antes mesmo que ela seja pedida. Mude já, mude para melhor!

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