A eliminação do Noroeste, na derrota por 3 a 1 para a Portuguesa do Rio, no jogo de volta do mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro, neste domingo (28), no Alfredão, em Bauru, foi marcada por agressão e um ato obsceno envolvendo integrantes da equipe carioca. O principal episódio foi a agressão sofrida pelo maqueiro do Norusca, Ari Guerreiro, que levou chute de um jogador adversário dentro de campo, durante um atendimento no fim do segundo tempo.
Depois, já com a partida encerrada, o auxiliar-técnico da Portuguesa-RJ, Josimar Ferreira, segundo a arbitragem, fez um gesto obsceno ao segurar suas partes íntimas, sobre as vestes e mostrá-las tanto para Ari Guerreiro quanto para outros profissionais do Noroeste e torcedores que estavam nos camarotes (veja na súmula abaixo). Ari também acusou sobre o problema ao vivo no microfone da transmissão da rádio 94FM.
Tudo foi devidamente relatado pelo árbitro Jose Mendonca da Silva Junior, do Paraná, na súmula e no relatório pós-jogo, documentos públicos disponíveis no site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “Expulsão por conduta violenta - Expulsei o senhor Elicley Soares, número 16, por chutar o maqueiro enquanto este o colocava na maca para retirá-lo de campo”, consta da súmula oficial da partida. Já sobre o gesto obsceno, o documento oficial da CBF registra: “Após o término da partida, fui informado pelo delegado da partida que o assistente técnico, sr. Josimar de Carvalho Ferreira, da equipe Associação Atlética Portuguesa, fez um gesto segurando em sua genitália, direcionado para a torcida da equipe do Noroeste SAF. Expulsei-o sem apresentar o cartão vermelho porque o senhor Josimar já havia ido para o vestiário”, consta do texto.