ECONOMIA

IBC-Br sobe 0,5% em abril, abaixo do esperado


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Economia segue crescendo apontou o IBC-BR: alta de 0,5% em abril, mas cresce em ritmo mais moderado, com indústria e serviços sustentando a atividade. Juros altos continuam freando a expansão.

Desempenho por setores

Agropecuária estável (0%), Indústria cresceu 0,4% e Serviços teve alta de 0,3%. A alta no trimestre encerrado em abril foi de 1,2% no comparativo ao trimestre anterior. Em 12 meses cresceu 1,6% e avançou 1,3% no ano. Lembrando que o IBC-Br é o Índice de Atividade Econômica calculada pelo Banco Central, sendo considerado a prévia do PIB.

O varejo brasileiro recuou 1,5% em abril

Segundo o IBGE, o varejo brasileiro encolheu 1,5% em abril, interrompendo a sequência de crescimento do início do ano e vindo pior que o esperado pelo mercado. A queda foi espalhada por vários setores, com destaque negativo para combustíveis e bens duráveis, indicando um consumidor mais cauteloso e seletivo. Apesar disso, o setor ainda cresce no acumulado, mas o dado reforça um ponto importante: o consumo começa a perder força sob impacto de juros altos e renda mais pressionada.

Banco Central americano (Fed)

mantém taxa de juros

Fed mantém juros entre 3,50% e 3,75%, como esperado, mas o recado foi duro: inflação ainda pressionada e cortes fora do radar por enquanto. Mercado já passa a considerar até novas altas. Juros altos por mais tempo no cenário global.

Efeitos da decisão do Fed

A decisão do Fed de manter os juros, com sinalização mais dura à frente, tem efeitos diretos e relevantes nos mercados globais. O impacto nos mercados são os seguintes: dólar mais forte, pois juros altos por mais tempo aumentam a atratividade dos títulos americanos, puxando capital para os EUA, o resultado é pressão de alta sobre o dólar, especialmente frente a moedas emergentes. Bolsa sob pressão, à medida que um Fed mais "duro" (hawkish) aumenta o custo do dinheiro, reduz liquidez e tende a pressionar ações, principalmente tecnologia e mercados emergentes. Juros globais mais altos: a postura do Fed influencia bancos centrais no mundo todo. Países como o Brasil ganham menos espaço para cortar juros rapidamente. Fluxo para fora de emergentes: com renda fixa americana mais atrativa, investidores internacionais tendem a reduzir exposição em países como o Brasil. Commodities mais voláteis: dólar forte e juros elevados podem pressionar preços de commodities, embora fatores geopolíticos também influenciem.

Resumo da decisão

O mercado entendeu que não é só "juros estáveis", são juros altos por mais tempo, com risco até de alta. Isso muda o humor: menos apetite a risco e maior seletividade.

Como evitar compras por impulso

Você já comprou algo e depois pensou: "não precisava disso"? Isso é a compra por impulso, e ela pode ser uma grande vilã do orçamento. A decisão impulsiva costuma vir acompanhada de emoção: promoção, ansiedade ou até tédio. E o problema é que ela ignora o planejamento. Mas dá para evitar. Primeira dica: não compre na hora. Espere. Crie a regra das 24 horas. Se amanhã ainda fizer sentido, aí sim você decide. Segunda dica: evite gatilhos. Promoções relâmpago, notificações constantes e navegar sem objetivo em lojas online aumentam o risco. Terceira dica: vá às compras com uma lista. Isso vale tanto para o supermercado quanto para compras maiores. Outra estratégia importante é ter um orçamento definido. Se você sabe quanto pode gastar, fica mais fácil dizer "não". E lembre-se: toda compra por impulso é um dinheiro que poderia estar sendo usado de forma mais inteligente. Consumir bem não é deixar de comprar é comprar com consciência.

Mude já, mude para melhor!

A verdadeira harmonia de um casal não está na ausência de diferenças, mas na disposição diária de ambos em construir o amor, respeitar o espaço do outro e caminhar juntos na mesma direção. Mude já, mude para melhor!

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