FOGO EM MATA

Em incêndio, munícipes dizem que hidrante está seco; DAE nega

Por Bruno Freitas | da Redação
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Douglas Willian
Hidrante depois de ter sido destravado e não ter água para o incêndio
Hidrante depois de ter sido destravado e não ter água para o incêndio

Durante o incêndio que consumiu uma área de aproximadamente 16 hectares de mata (equivalente a 22 campos de futebol) no Jardim Colonial, em Bauru, moradores recorreram, nesta terça-feira (30), a um hidrante para obter água, mas disseram que ele estava seco.

A frustração dos munícipes, conforme apurou a reportagem do programa Cidade 360º, uma parceria do JC/JCNET e da rádio 96FM, ocorreu diante do dispositivo situado em frente à portaria principal da graduação da Unesp, na quadra 14 da avenida Engenheiro Luís Edmundo Carrijo Coube. O local fica próximo de um dos acessos à mata, onde foram encontrados alguns animais mortos devido ao fogo ou à inalação de fumaça. Um dos moradores fez o destravamento, mas não saiu uma gota sequer de água.

Acionado, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) informou que, durante vistoria realizada na manhã desta terça-feira (1), foi constatada a presença de água em quantidade suficiente no hidrante mencionado.

"A autarquia esclarece ainda que, conforme estabelece a Lei Municipal nº 5.986/2010, a aquisição dos hidrantes é de responsabilidade do proprietário do imóvel, que deve entregá-los ao DAE para que sejam instalados. Após a instalação, a manutenção dos hidrantes urbanos de incêndio é de responsabilidade do DAE, em parceria com o Grupamento de Bombeiros", finaliza a nota.

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