Um rumor de impacto global fez fervilhar as redes sociais, neste sábado (30): Donald Trump morreu? O ‘sumiço’ do presidente dos Estados Unidos desde sua última aparição pública, no dia 22 — quando recebeu o presidente da Fifa, Gianni Infantino, na Casa Branca — acendeu o estopim para uma avalanche de especulações. Bastou o silêncio para começar o barulho.
Durante o encontro com Infantino, muitos notaram que a mão direita do presidente estava pesadamente maquiada, como se escondesse hematomas. O episódio logo foi ligado à revelação feita pela Casa Branca em julho, de que Trump havia sido diagnosticado com insuficiência renal crônica — uma condição que provoca inchaço e manchas arroxeadas no corpo. Na ocasião, os médicos garantiram que o problema não representava risco à sua saúde. Mas a reclusão e a agenda oficial esvaziada foram suficientes para que a teoria da morte ganhasse asas.
No X (antigo Twitter), a hashtag #TrumpDead dominou os trendings desde a madrugada. No Google Trends, buscas como “Donald Trump morreu?” dispararam mais de 1000% tanto nos EUA quanto no Brasil, tornando-se um dos assuntos mais pesquisados. A narrativa ganhou ainda mais combustível com o silêncio da Casa Branca, que alimentou a teoria conspiratória.
Mas o que aconteceu?
Como em tantas outras vezes, a resposta veio sem aviso e de forma absolutamente “Trumpiana”: neste mesmo sábado (30), o presidente foi flagrado deixando a Casa Branca em seu comboio presidencial a caminho de seu campo de golfe particular na Virgínia. Segundo jornalistas que fazem parte do pool da presidência, Trump parecia bem — ao menos o suficiente para um jogo de golfe.
Ainda assim, os olhares continuam atentos. Trump, de 79 anos, também foi recentemente diagnosticado com insuficiência venosa crônica — uma condição que dificulta o retorno do sangue das pernas ao coração, causando inchaços, dores e alterações na pele.
Coincidência ou não, a teoria do “Trump desaparecido” ganhou ainda mais combustível após uma entrevista do vice-presidente, J.D. Vance, ao USA Today, publicada em 27 de agosto. Na conversa, Vance foi questionado diretamente sobre estar preparado para assumir o cargo em caso de “tragédia terrível”. A resposta foi diplomática, mas não exatamente tranquilizadora: “Sim, tragédias terríveis acontecem. Mas tenho confiança de que o presidente está em boa forma, vai cumprir o resto do mandato e fazer grandes coisas pelo povo americano.”
Vance também elogiou Trump como um líder “ativo e enérgico”, que é “o último a desligar o telefone à noite e o primeiro a ligar pela manhã”. Ainda assim, a mera menção à possibilidade de substituição — num momento em que os boatos estavam fervendo — foi suficiente para alimentar o frenesi.