O Esporte Clube Noroeste segue apostando em uma estratégia recente que tem garantido resultados expressivos: dois auxiliares técnicos, em vez de apenas um. Foi assim nos acessos das Séries A3 (2022) com Luiz Carlos Martins e A2 (2024) com Moisés Egert. Em 2023 também houve uma campanha importante, com a semifinal da segundona estadual. Os nomes escolhidos pela diretoria noroestina para trabalhar ao lado do atual treinador Paulo Comelli são Fabio Maraston, um profissional com bagagem de experiências e conquistas, e o agora ex-jogador Pereira, meia que foi o camisa 10 do Alvirrubro nesses dois últimos acessos. Ele pendurou as chuteiras no meio do ano e, desde então, estuda e se especializa na área, inclusive com estágio no Ceará.
PEREIRA
Muito conhecido do torcedor, ídolo também do Grêmio Novorizontino, Edson Luiz Martins dos Santos, o Pereira, 36 anos, é natural de Ribeirão Preto (SP) e tem um importante histórico no futebol. Foram 10 acessos, um título do interior da Série A1, diversos gols de falta e cerca de 100 assistências na carreira.
Como jogador, antes de chegar ao Noroeste, o meia disputou mais de 100 jogos pelo Grêmio Novorizontino, onde atuou nas três divisões do estadual, inclusive com título. Foi destaque também pelo Tigre na Primeira Divisão, além das Séries D e C do Brasileirão.
FABINHO
Fábio Lopes Maraston, 58 anos, é natural de Ibitinga (SP). Foi volante e jogou profissionalmente entre 1982 e 1998. Defendeu o Matsubara, Athletico-PR, Maringá, Goiatuba, Tubarão, Garça, Paranavaí e Francisco Beltrão. Em 1986 ele jogou na Seleção pré-olímpica, com Dunga e companhia, e defendeu o Brasil no Sul-Americano daquele ano.
Fora das quatro linhas trabalhou nas comissões do Matsubara, no Marechal Rondon, Iraty, em quatro passagens pelo Cianorte, no Marília com Paulo Comelli, Figueirense, Vasco da Gama, Joinville, Operário Ferroviário, Brusque, Vitória da Bahia e, por último, no Esporte Clube Águia Negra.