FILOSOFIA JAPONESA

Seicho-No-Ie terá seminário sobre prosperidade, alegria e saúde

Por Isabela Holl | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Guilherme Matos
Da esq. à dir., os membros da comissão de divulgação do evento em Bauru: Emika Nakasato, Joji Toyama e Célio Uehara
Da esq. à dir., os membros da comissão de divulgação do evento em Bauru: Emika Nakasato, Joji Toyama e Célio Uehara

A regional da Seicho-No-Ie promove neste final de semana o seminário "Luz - prosperidade, saúde e felicidade em suas mãos". A filosofia japonesa busca auxiliar as pessoas a progredir em diversas áreas da vida. O evento terá três palestras e uma meditação no próximo domingo (20), entre às 14h e 18h30, no Anfiteatro Guilherme Ferraz, no câmpus da Unesp Bauru, na avenida Eng. Luiz Edmundo Carrijo Coube, 14-01. O ingresso custa R$ 35,00 e pode ser adquirido via WhatsApp no número (14) 93103-6474 ou pelo telefone (14) 3234-2233.

O palestrante, Heitor Miyazaki, é preletor da sede internacional da Seicho-No-Ie. Ele também será o responsável pela meditação guiada com o público presente. A presidente da comissão de divulgação do evento, Emika Nakasato, diz que a filosofia se relaciona com uma forma de ver a vida. "Quando estamos abarrotados de problemas, precisamos fortalecer a mente para que ela não aumente ainda mais a situação", afirma.

Emika conta que pessoas de várias religiões podem buscar apoio na Seicho-No-Ie. "Muitos consideram [a Seicho-No-Ie] uma filosofia de vida, e não uma religião, por ela ser não-sectária. Isto é: você não precisa ser uma coisa só. A doutrina vem para descortinar a mente e as relações, para reconfigurar áreas da vida", conta.

A doutrina, explica Emika, foi criada no Japão em 1930 com preceitos sobre reencarnação, poder da mente e das palavras. "A Seicho-No-Ie busca empoderar o ser humano sobre sua capacidade de construir o próprio futuro", afirma. A doutrina acredita em Deus como criador do bem e que todos os seres humanos possuem uma natureza divina. O membro da comissão de organização Joji Toyama explica que a tradução literal das palavras japonesas seria "Lar de Progredir Infinitamente". O entendimento da filosofia, complementa, é que esse "lar" não seria apenas a casa, mas todos os espaços ocupados pela pessoa.

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