OPINIÃO

A Saúde que depende dos hospitais públicos de Bauru

Por Uriel de Almeida |
| Tempo de leitura: 1 min

Considerando os apelos desesperados que chegam a nós, de pacientes e/ou parentes que buscam em vão, há meses, por atendimentos nos citados estabelecimentos, venho propor publicamente algumas questões e também propor ações.

a) Quantos leitos disponíveis existem no Hospital Estadual, no Base e no Manoel de Abreu?

b) Internados, o tempo entre a realização de cirurgia ou outro tratamento está dentro de uma aceitável resolutividade?

c) Se existe disponibilidade de leitos, qual é o motivo de não realizarem cirurgias e tratamentos de doenças gravíssimas para esses pacientes que aguardam vagas?

d) O Governo Federal está repassando recursos suficientes para o Governo do Estado?

e) O Governo do Estado está investindo recursos próprios no Sistema? Qual é o critério de distribuição desses recursos (Federal e Estadual) para os municípios do Estado? Quanto o Estado tem investido em Bauru à vista desse quadro caótico?

f) As vagas disponíveis para pacientes de Bauru são compatíveis com as demandas do município?

g) Os recursos repassados para os Hospitais administrados pela Famesp são compatíveis com os custos dos serviços que deveriam prestar?

Se negativo, a situação é semelhante em outras regiões com maior representatividade política?

h) Qual é a explicação para leitos no PSCentral e UPAs sempre lotados aguardando vagas solicitadas através da Central de Vagas?

i) Até quando vamos conviver com notícias tipo: paciente morre na UPA por falta de vaga em Hospital Público?

j) Qual é o posicionamento do Conselho de Saúde de Bauru sobre essas questões?

Propostas:

a) Um Congresso a curto prazo para debater esses assuntos, envolvendo os Conselhos de Saúde da Região da DRS6;

b) Representar ao Ministério Público, se for o caso, quando as deliberações assim exigirem.

Bauru, 29/07/2024 - da Era Vulgar!!!

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