OPINIÃO

Entrelinhas

3 dias atrás | Tempo de leitura: 2 min
da Redação

JC Imagens

Sem água

A seca e o racionamento hídrico que atingem Bauru criou um problemão na Câmara, que não viu um pingo sequer sair da torneira ao longo desta quarta-feira (15). Uma solenidade em homenagem aos 100 anos do Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP), com início às 16h, começou com as torneiras secas e ninguém pôde nem mesmo utilizar os banheiros - não havia água, afinal. Um caminhão-pipa do DAE chegou pouco depois do início da reunião e enfim encheu a caixa d'água.

Conflito?

Vereadores de oposição estão incomodados com o fato de que um dos advogados da Consultoria Jurídica da Câmara de Bauru, o Milton Dotta Júnior, que a princípio não atuava com o escritório vencedor da concorrência para assumir a função na Casa, também já advogou para o presidente Júnior Rodrigues (PSD) e a legenda a que ele pertence na Justiça Eleitoral. Dotta atuou em pelo menos três causas do PSD no ano passado, por exemplo.

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Um vídeo encaminhado pela Câmara Municipal ao vereador Eduardo Borgo (Novo) mostra o momento exato em que o parlamentar Edson Miguel (Republicanos) retira o celular do munícipe Rodrigo Garcia Brosque, na tumultuada sessão legislativa de segunda-feira (15).

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A gravação mostra que o munícipe começa a filmar a cena e logo em seguida seu aparelho é abruptamente tirado de suas mãos. O parlamentar havia garantido que o episódio não ocorreu, mas depois afirmou imaginar que o munícipe pediria uma "selfie".

Saia justa

Edson Miguel, por sinal, reclamou a colegas da saia justa a que foi submetido na sessão de segunda-feira (13). Ele emitiu parecer liberando uma das emendas do PL da concessão do esgoto e, questionado pelo vereador José Roberto Segalla (União Brasil) sobre o teor do texto que havia liberado, não soube responder.

Deu ruim

A ONG Arca da Fé, ligada ao vereador Júlio César (PP), teve sua conta no Instagram bloqueada pela empresa Meta, responsável pela rede social, por violação aos princípios da comunidade. Foi à Justiça argumentando que a suspensão da conta foi desarrazoada, pediu liminar para reativá-la e não conseguiu. A decisão saiu em 26 de abril e é assinada pelo juiz Fábio Evangelista da Silva, da 45.ª Vara Cível de São Paulo. Quem tenta acessar a página da entidade na rede se depara com a mensagem de que a página não está disponível.

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