OPINIÃO

E lá se foi (mais) um homem de bem!

Por Ranieri Neto, genro e grato |
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E estou aqui novamente ocupando esse espaço, como no passado, para escrever algo sobre alguém que partiu. São muitas semelhanças entre esse e aquele que até peço perdão pela confusão.

Escrevo hoje sobre Rubens Spindola. Pessoa com quem convivi 30 dos meus 49 anos. Mais vivi com ele do que sem ele. Quase um pai depois de adulto. Pessoa excepcional. Dos homens mais honrados que conheci.

Pai excepcional. Veio de Três Lagoas, na época das estradas de ferro. Sua mãe e seu pai trabalharam na construção das ferrovias. Dona Benicia (sua mãe), eu me lembro, dizia das aventuras e das dificuldades de carregar os dormentes.

Trabalhou no comércio, como representante. Dizia da vespa, dos bailes, do Country Clube, do qual foi presidente.

Tudo isso assando uma carne, jogando um biribol ou tomando uma sauna. Coisas que ele adorava. Não posso contar das pescarias, porque delas eu não participava. Não sou pescador, mas eterno admirador daquele vencedor.

Rubens formou-se advogado, com a formação e junto com a esposa Ana, professora que lecionava em Avaí, colocou os três filhos na faculdade.

Um homem que mudou a história de uma família. Um homem que transmitiu a seus filhos os valores cristãos.

Um homem daqueles que não se fazem mais. Que da,í onde quer que esteja, olhe por nossa família, Rubinho.

E aí, ao se encontrar com o Migo Dudu Ranieri, agradeça por continuar olhando pela nossa família. Obrigado!

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