A imprensa divulga uma série de campanhas que são desenvolvidas durante o ano em termos de preservação da saúde e de doações de órgãos. Considero que as mesmas deveriam ser permanentes, de 1 de janeiro a 31 de dezembro.
No caso de doação de órgãos, Faustão virou garoto propaganda desse procedimento humanitário e o Ministério da Saúde deveria intensificar a divulgação com depoimento da famosa pessoa.
Ao mesmo tempo, o Congresso está estudando um projeto de lei que torna todos os brasileiros doadores. Quem não concordar deve se manifestar em documento reconhecido pelo governo.
É uma boa iniciativa para salvar milhares de vidas e acabar a com a agonia dos que aguardam transplantes e de seus familiares.
Além disso, é inacreditável, que campanhas de vacinação não alcancem 100% do público-alvo devido à irresponsabilidade dos pais.
Doação de sangue, coisa simples, deveria receber apoio da população, mas não é o que ocorre.
Sindicatos, católicos, evangélicos, universitários, maçonaria, clubes de serviço, Tiro de Guerra, Policia Militar, Polícia Civil e afins, deveriam incentivar seus grupos em doações variadas para diminuir o sofrimento alheio.
Aguardemos e oremos, e vice-versa.
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