OPINIÃO

Dia Internacional da Menina

Por Gregório José |
| Tempo de leitura: 1 min
Jornalista/Radialista/Filósofo

Pouco há o que se comemorar em 11 de outubro, dedicado pela Organização das Nações Unidas (ONU) às meninas do mundo.

No entanto, o que se vê em muitos países é uma precocidade sem tamanhos das crianças que acabam tendo acesso às tecnologias e redes sociais impulsionados por Kwai, TikTok, Instagram e tantos outros que acabam levando-as a amadurecer psicologicamente antes do tempo e, sem uma orientação familiar, entram cada vez mais novas no mundo dos adultos.

Em alguns países o casamento infantil é presente, real e não espanta mais os adultos.

A ONU prevê 110 milhões de mulheres e meninas fora das salas de aula até 2030. Além disso, 340 milhões enfrentarão a pobreza extrema.

As antigas formas de discriminação contra as meninas continuam e, em alguns casos, estão piorando.

No Afeganistão, elas estão impedidas de exercer os seus direitos e liberdades mais básicos e não podem participar da vida pública, não têm acesso à educação ou independência econômica.

Outras são atacadas e vilipendiadas em seus direitos em formato de preconceito e de desigualdade, com muitas meninas excluídas do mundo online. A ONU destaca que os algoritmos digitalizam e amplificam o sexismo.

Organização das Nações Unidas defende que mais investimento deve ser feito na liderança feminina, o tema do Dia Internacional da Menina deste ano, devendo apoiar a alcançarem suas ambições e para impulsionar a igualdade de gênero.

O certo é que com mulheres e as meninas na liderança atitudes podem ser transformadas, gerando mudanças e promovendo políticas e soluções que atendam às necessidades.

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