Nesta terça-feira, 19, Lula, em seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU, se redime e foi sóbrio ao focar temas importantes como do combate à desigualdade, sobre a reforma da governança global, capacidade de mediar conflitos e busca da paz. Também, ressaltou a importância do meio ambiente e sobre crise climática.
Ou seja, resgatou a histórica e sempre ajustada atuação do nosso Itamaraty, desprezado por Jair Bolsonaro. Porém, Lula, exagera e nem era palco para tal quando defende Julian Assange (que está preso em Londres), fundador do WikiLeaks, que divulgou milhares de documentos, fotos e vídeos secretos do Pentágono. Também quando pede o fim do bloqueio econômico imposto pelos EUA a Cuba, país esse que não respeita os direitos humanos. E sobre a guerra da Ucrânia, continua em cima do muro...
Mas o saldo deste discurso é positivo para Lula e para o Brasil...
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