BOM PRATO

Estado pode ampliar Bom Prato em Bauru, diz secretário em inauguração

Por André Fleury Moraes | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Joabe Guaranha/Prefeitura de Bauru
O secretário Gilberto Nascimento (ao Centro) durante inauguração do Serviço Terapêutico nesta terça-feira (29)
O secretário Gilberto Nascimento (ao Centro) durante inauguração do Serviço Terapêutico nesta terça-feira (29)

Em visita a Bauru nesta terça-feira (29), o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Gilberto Nascimento, disse que vai analisar criteriosamente o pedido da prefeita Suéllen Rosim (PSD) para ampliar o programa Bom Prato no município.

Nascimento almoçou na unidade do Bom Prato em Bauru, próximo à Praça Rui Barbosa, e analisou a possibilidade de ampliação da estrutura física do local. Além da prefeita, acompanharam a agenda o presidente da Câmara, Júnior Rodrigues (PSD), a secretária de Bem-Estar Social, Ana Sales; e a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lúcia Rosim.

O presidente da Organização da Sociedade Civil (OSC) Aelesab, Nivaldo Nunes Caetano, também esteve presente - a entidade é a gestora do Bom Prato em Bauru e recebe recursos estaduais e também do município.

Embora não tenha garantido de antemão a ampliação do programa no município, o secretário já sinalizou que há disponibilidade orçamentária e vontade da pasta em promover a medida. A prefeita também solicitou estudos para mudar a unidade da iniciativa a um prédio com mais espaço no Centro.

O Bom Prato Móvel depende, no entanto, do aumento da capacidade de produção da equipe responsável pelas refeições - não há informações sobre qual seria o efetivo necessário, número que o secretário se comprometeu a analisar.

O programa inclui a venda de marmitas pelo preço do restaurante popular, a R$ 1,00, que são transportadas em um caminhão. "Se a medida se viabilizar, a ideia é que o veículo faça uma rota pelos bairros mais vulneráveis de Bauru e fique quatro meses em cada um", explicou a prefeita ao JC, nesta terça-feira.

A proposta, diz a mandatária, é aproximar os bairros de programas sociais e fazer com que usuários do Bom Prato não precisem ir até o Centro do município para comprar as refeições.

"Vivemos uma escalada na inflação nos últimos anos que prejudicou sobretudo a população mais carente. Programas como que vão até a porta das pessoas, como o Bom Prato Móvel, auxiliam as famílias na retomada", diz Suéllen.

A implementação do Bom Prato Móvel é uma demanda antiga também do presidente da Câmara, Júnior Rodrigues, que acompanhou o secretário nesta terça. "O governo ainda deve avaliar a viabilidade do programa, é claro, mas obviamente uma confirmação do pedido será um grande avanço a Bauru", aposta.

Há também o levantamento sobre a quantidade de caminhões a serem eventualmente utilizados no município caso o Bom Prato Móvel se concretize. Bauru tem capacidade, segundo Rodrigues, para até dois veículos - mas esse número depende de fatores como a capacidade de produção e o efetivo da equipe.

Após a agenda no Bom Prato, o secretário Nascimento inaugurou o "Serviço Terapêutico Híbrido - Fase Residencial" da OSC Vida e Paz, com recursos do governo do Estado. O diretor da Vida e Paz, Francisco Molina, também compareceu. No final da tarde, o secretário visitou a Apae de Bauru, onde foi recebido pelo presidente Roberto Franceschetti.

Comentários

1 Comentários

  • Roberto Bastos 30/08/2023
    É realmente um dilema ou um paradoxo, visto que é mais que necessário dar ajuda aos desvalidos e necessitados, ordem direta do mestre Jesus, porém também disse o mestre pobres sempre tereis. Diante disto oque vemos é um exército de miseráveis que se instalou em nossa cidade,se o cidadão for dar moeda ou comprar doces nos sinaleiros do centro ,não faz pra comer é criança (onde está o conselho tutelar),é mulher e homem,e não há nenhuma restrição e se intensifica durante a noite ,hoje um dos cartões postais de Bauru, praça Rui Barbosa, nem banco pra sentar na praça tem mais , a prefeitura ordenou a retirada de todos,e o público frequente da medo,praça Machado de Melo, sem comentários, Acolhimento sim ,mas oque vemos é oportunidade para vadiagem e delinquentes, basta ver o Centro Pop na Nuno de Assis ,leva nada a lugar nenhum.