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Com atuação do Gaeco e MP de Bariri, policial suspeito de coação é preso

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Ilustração

Nesta sexta-feira (18), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Promotoria de Justiça de Bariri atuaram na prisão temporária, efetuada em Araras, de um capitão da Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo. Segundo investigações iniciais realizadas para apurar supostos crimes licitatórios e fraudes em contratos públicos, inclusive contrato para prestação de serviço de limpeza pública firmado com o Executivo de Bariri, houve a prática de coação armada e roubo com emprego de arma de fogo contra uma testemunha.

De acordo com o Ministério Público (MP), ficou demonstrado que um dos investigados contratou policiais militares que prestavam serviços ilícitos para o cometimento dos atos violentos. O capitão da PM, que não teve o nome divulgado, é apontado pelas investigações como executor da infração. Ainda segundo o MP, a Corregedoria da Polícia Militar prestou apoio desde o início das investigações, colaborando com a elucidação dos ilícitos. "As investigações prosseguem", informou, por meio de nota.

A prisão do PM é desdobramento de operação deflagrada no último dia 8 para combater direcionamento de contratos públicos em prefeituras do interior paulista. Na ocasião, conforme divulgado pelo JC, promotores do Gaeco, com apoio de policiais civis e militares, cumpriram 16 mandados de busca e apreensão (incluindo duas prefeituras ) em Bariri, Jaú, Itaju e Limeira, e mandado de prisão temporária contra empresário de Limeira, de 39 anos, com contrato vigente em municípios, incluindo Bariri.

Durante as investigações dos contratos e licitações, ainda segundo o MP, uma das testemunhas sofreu atentado com emprego de arma de fogo. "Foi possível esclarecer o mandante do crime, que foi preso na operação", declarou em nota na ocasião. "As investigações prosseguem com o objetivo de apurar os crimes de fraudes licitatórias, associação criminosa, falsificação de documentos públicos, coação no curso do processo e roubo com emprego de arma de fogo e concurso de agentes".

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