EM PROMISSÃO

Polícia Civil prende suspeito de estuprar enteada na região de Bauru

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (15), em Pirajuí, um motorista de caminhão, de 41 anos, suspeito de estuprar a enteada
Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (15), em Pirajuí, um motorista de caminhão, de 41 anos, suspeito de estuprar a enteada

Pirajuí - A Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (15), em Pirajuí (58 quilômetros de Bauru), um motorista de caminhão de 41 anos suspeito de estuprar a enteada, hoje com 12 anos, desde que ela tinha seis anos, em Promissão, na região de Lins. Os nomes dos envolvidos não serão divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O homem estava com a prisão preventiva decretada por estupro de vulnerável desde o último dia 11 e foi preso em seu local de trabalho, no jardim Aclimação. Após ser apresentado na delegacia de Pirajuí, seguiu para uma unidade prisional da região, onde aguardará a realização de audiência de custódia.

Conforme apurado pelo JC, o pedido de prisão do investigado partiu do Ministério Público (MP) e ela foi concedida pela Justiça diante dos indícios de autoria, da necessidade de garantir a ordem pública e instrução criminal e para que a vítima consiga prestar declarações em juízo sem temer pela sua segurança.

As investigações começaram em março deste ano, quando os pais da adolescente procuraram a polícia após serem informados pelo Conselho Tutelar de que ela vinha sendo abusada sexualmente pelo padrasto há aproximadamente seis anos. O crime foi relatado pela vítima com detalhes durante escuta especializada.

Nas primeiras vezes, de acordo com ela, o suspeito teria tocado em suas partes íntimas enquanto ela dormia. Depois, os toques teriam passado a ocorrer com mais frequência, enquanto ela tomava banho. Posteriormente, ainda segundo o relato da adolescente, ouve o sexo oral e a conjunção carnal.

Os crimes, de acordo com ela, ocorriam sempre na ausência da sua mãe e eram precedidos de ameaças de morte. No ano passado, a menina decidiu revelar a violência que sofria para duas amigas, uma delas em evento na escola que abordava o tema. Posteriormente, os abusos foram denunciados a uma professora.

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