MACATUBA

Câmara rejeita criar Secretaria de Segurança Pública

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Facebook.com/camaramacatuba
Câmara de Macatuba rejeitou, por 8 votos a 2, projeto de lei do Executivo para criação da Secretaria de Segurança Pública e Vigilância Patrimonial na cidade
Câmara de Macatuba rejeitou, por 8 votos a 2, projeto de lei do Executivo para criação da Secretaria de Segurança Pública e Vigilância Patrimonial na cidade

Macatuba - Na sessão desta terça (2), a Câmara de Macatuba (46 quilômetros de Bauru) rejeitou, por 8 votos a 2, projeto de lei do Executivo para criação da Secretaria de Segurança Pública e Vigilância Patrimonial na cidade, com cargo de secretário e dois coordenadores, e despesa total, em 2023, de R$ 136,9 mil.

Os vereadores contrários à proposta esclareceram que são favoráveis a investimentos na segurança pública, em benefício da população, como ampliação da atividade delegada, abertura de concurso para vigilantes nas escolas, mais policiais nas ruas, e mais viaturas fazendo a ronda.

Além dos custos da Secretaria, eles alegam que o projeto não detalha a contratação de mão de obra para o trabalho da pasta e "apenas cria dois cargos de coordenação, e mais um de secretário municipal". "Outro ponto questionado é que o projeto também não visa instituir a criação de uma Guarda Civil Municipal para Macatuba, o que resultaria em uma política pública permanente para dar mais segurança para a população".

Em nota, a Prefeitura lamentou a rejeição ao projeto e explicou que a Secretaria faria a interlocução entre a Prefeitura e forças de segurança (Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil, entre outras. "A medida seria essencial para melhorar a sensação de segurança em nossa população", declarou.

"É bom lembrar que nossa administração nunca criou secretarias em quase dois anos e meio de governo. Muito pelo contrário. Cortamos os cargos pela metade, e investimos em nossos servidores de carreira. Por isso, a medida pegou de surpresa todos nós da Prefeitura, sem que haja uma justificativa plausível".

Comentários

Comentários