Poderia estar aqui comentando sobre a última semana quando, em companhia dos fiéis amigos Edu e Maria do Carmo Zaffalon, também aposentados, estivemos desfrutando das maravilhas do Guarujá, na Colônia da AFPESP/Praia das Astúrias. Mas não, difícil esquecer o que está acontecendo em Bauru com relação ao reajuste dos servidores municipais. A "Prefeita" Suéllen Rosim parece não ter memória, pode ser esse o motivo de dar tanto valor às mídias sociais, fica mais fácil se lembrar das coisas, na sua campanha prometeu valorizar os servidores recuperando o poder de compra corroído por 12 anos de governos Rodrigo e Gazzetta, mas sabem o que aconteceu? Nada, ou é problema de memória ou má vontade com aqueles que se dedicam ao serviço público. Em 2023 deixou para o último minuto da prorrogação uma proposta ridícula de 6% acreditando não haver mais tempo para uma virada do jogo, não aceita diálogo e está "crente" do verbo crer, não confundam, que está fazendo o melhor.
A Prefeitura sempre trabalhou com índice de 51%, que é o limite prudencial de comprometimento com despesas de pessoal. Segundo informações da "Rádio Peão", hoje está muito abaixo disso, se realmente for verdade, fica caracterizado que não existe interesse dela em valorização e sim "desvalorização" dos funcionários que ficaram com salários congelados por um longo período devido à pandemia.
Um lembrete: mídia social pode alavancar carreiras politicas, só que a "Rádio Peão" é muito mais poderosa e eficaz, greve não um bom caminho, mas diante da situação, é inevitável, deixar população e servidores revoltados é suicídio político, que o digam os 2 últimos prefeitos. Cabe a ela escolher de qual lado vai ficar, da cidade e seus servidores ou da teimosia. Boa sorte na escolha, "Prefeita".