OPINIÃO

Cargos políticos

Por Humberto Schuwartz Soares |
| Tempo de leitura: 1 min
O autor é colaborador de Opinião

Sou do tempo que vereador era função honrosa, disputada por muitos, para administrar o município, sem nenhuma remuneração. Hoje pesa no orçamento e carece de regulamentação pelos nossos congressistas. A maioria dos municípios têm uma ou duas sessões por semana em horário que não prejudica a atividade principal do edil.

Sugestão aos deputados e senadores: municípios com menos de 100 mil eleitores a ajuda financeira mensal de um salário mínimo a título de ajuda de custo e nada mais e dois auxiliares; acima de 100 mil eleitores cinco salários mínimos e até cinco auxiliares.

Quanto aos deputados estaduais: de segunda a sexta-feira, doze salários mínimos para todas as suas despesas (locomoção, moradia, paletó e etc.) e, no máximo, seis auxiliares. Com relação aos deputados federais e senadores: expediente de segunda a sexta-feira e folga durante a última semana de cada mês direito e passagem de ida e volta à cidade de origem uma vez por mês; apartamento funcional ou quatro salários mínimos a título de aluguel, vencimento de vinte salários mínimos para suas despesas pessoais e deslocamentos e, no máximo, dez auxiliares.

Outra providência importante é, mantendo o espírito democrático, acabar com o excesso de partidos políticos, reduzindo para, no máximo seis, quando três são suficientes para abranger todas as tendências (centro, direita e esquerda). O cargo político é temporário com dedicação máxima, como se fosse um corredor olímpico atuando no revezamento e orgulhoso com o desempenho da sua equipe.

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