Lubbock (Texas - EUA). Às 21,30 h de 25/8/1951 William I. Robinson, Albert G. Oberg e W. L. Ducker sentados na varanda da casa de Robinson.
Grandes 20 luzes verde-azuladas surgiram no céu. Formação em V". Indo do norte ao sul. Após 1 hora o fenômeno se repetiu. Os 3 amigos marcaram encontro para o dia seguinte: mesmo local, mesmo horário. Quando as luzes reapareceram e voaram de norte ao sul. Centenas de pessoas também viram as luzes nas 2 semanas subsequentes. O tenente Edward J. Ruppelt era o diretor do Projeto Livro Azul (força aérea). Colheu muitos depoimentos.
Um deles de Carl Hart Jr., fotógrafo amador. Que em 31/8/1951 à noite tirou 2 fotos com 15 grandes luzes verde-azuladas no jardim de sua casa. Os militares mandaram as fotos a um laboratório: fotos válidas. Ruppelt ficou tenso: haveria histeria coletiva. Seguiu o "vade mecum" do Projeto Livro Azul (= acobertamento da verdade fatual). Isto ao arrepio da validade das fotos. Sofismou o avistamento: apenas foram tarambolas (aves migratórias que voavam do norte ao sul).
Ruppelt entrou em rota de colisão com: 1) o biólogo e docente niversitário Dr. Cross: o voo migratório das tarambolas jamais seria igual à alta velocidade das luzes; 2) o docente universitário Dr. Gray Mead: as luzes eram grandes demais em comparação com as tarambolas; as aves não tinham as mesmas cores verde-azuladas das luzes; 3) o fotógrafo de jornal local William Hams tirou fotos das tarambolas voando à noite e elas eram bastante menores que as grandes luzes nas fotos de Carl Hart Jr. ; 4) guardas florestais de Lubbock: tarambolas são do tamanho de pequenas codornas.
Ruppelt então fez "mea culpa".
Admitiu erro em juízo de valor dos avistamentos em Lub-bock (=as tarambolas).