DOENÇAS

4,7% dos imóveis estão com larvas do Aedes aegypti em Botucatu

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Prefeitura de Botucatu
Avaliação de Densidade Larvária (ADL) foi realizada por equipes da VAS neste mês de janeiro
Avaliação de Densidade Larvária (ADL) foi realizada por equipes da VAS neste mês de janeiro

Botucatu - A Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) de Botucatu (100 quilômetros de Bauru) realizou, neste mês de janeiro, a Avaliação de Densidade Larvária (ADL) com objetivo de medir o índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em sua fase larvária e identificar quais recipientes existentes nas casas que estão se tornando criadouros deste inseto. De acordo com o índice geral da ADL, 4,7% dos imóveis vistoriados estavam com larvas de mosquito, índice que coloca o município em risco de transmissão das arboviroses, como dengue, chikungunya e zika.

Classificação estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) considera "satisfatório" quando menos de 1% dos imóveis estão com larvas. Entre 1 a 3,9%, o sinal é de alerta. Acima de 4%, é considerado que há risco para a transmissão de doenças que têm como vetor o Aedes aegypti.

CRIADOUROS

A ADL também apontou que 80% dos criadouros de mosquitos são recipientes como calhas e canaletas com mau escoamento d'água, pratos de vasos de plantas com água acumulada, bebedouros de consumo animal que não são limpos frequentemente, objetos úteis que estão mal armazenados, acumulando água parada, e materiais inservíveis que não foram descartados adequadamente e estão acumulando a água da chuva. Em 2023, foram confirmados sete casos de dengue em Botucatu.

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