Vizinhos de Idi Amin Dada

Por Demerval Assis da Silva |
| Tempo de leitura: 2 min

Idi Amin Dada governou Uganda, país da África Oriental muito pobre, e hoje ainda de governo ilegítimo. Cheio de histórias muito tristes também, apesar de lugar com magnifica fauna e flora. Terra dos gorilas e do Lago Vitória. Onde o militar já citado, na década de setenta, depois de um golpe militar, passou a cometer atrocidades.

Assassinou mais de 100 mil pessoas. Aqueles que ousaram ser contrários ao seu governo. Que foi contestado também por vários líderes mundiais, pelos crimes humanitários cometidos por Idi Amin. Barbáries cometidas, por exemplo, em sua fazenda, onde criava crocodilos, e onde eram lançados seus opositores, para servirem de comida para os bichos.

Já os talibãs são história mais recentes, que começou em 1994 (e que dispensaria mais apresentação). Nome que quer dizer "estudantes, ironicamente na língua "pactho" falada no Afeganistão. Talibãs, organização fundamentalista, que nasceu dentro das escolas religiosas islâmicas. Essas de visão extremamente "conservadora". Grupo esse que se difunde hoje no Paquistão e sobretudo no Afeganistão.

E dispensaria maiores comentários, porque há pouco tempo assistíamos pelos noticiários cenas marcantes e de desespero dos afegãos.

Onde os contrários ao regime insano destes tentavam fugir no aeroporto da capital Cabul. Onde saiam aviões de ajuda de outros países já lotados. E em atos de desespero, quem não pode embarcar tentavam se agarrar nas fuselagem destes aviões que partiam, e despencavam para a morte.

Citando esses dois exemplos, mas que poderíamos citar algumas antigas "lista telefônica" (hoje em desuso). Com uma quantidade que fazem parte da história. Ou casos contemporâneos, como Kim Jong-un, na Coreia do Norte. Mas o perigoso nisso tudo é que achamos que isso é coisa apenas do passado ou de lugares e continentes distantes.

Engano que deveria ser percebido logo, mais ainda com os acontecimentos absurdos recentes em Brasília (que lembraram os talibãs, inclusive, mas, infelizmente, menos importante que o ato em si, na destruição das obras de arte pelos extremistas nacionais).

Que nos provam que o inimigo é vizinho ou coabita... Lutemos!

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