A notícia do JC do último final de semana sobre a primeira modelo fissurada a posar para a Vogue, paciente do nosso amado Centrinho (Raiza Bernardo), mexeu com o mundo, fazendo com que o Centrinho, esse gigante de toda América do Sul, atravessasse mares com sua perfeição corretiva.
Eu tenho uma filha de 43 anos que nasceu com anomalias e fissuras do palato, cadastro nº 2.349 que, depois de dois anos, pode sorrir novamente.
Há 40 anos convivendo com as mais duras imperfeições, com os anos passando eu descobri muitos sorrisos de pais e mães que vinham de tão longe e muitos deles se hospedavam em casa no período da triagem.
Aprendi tanto que, no aniversário do Centrinho Doutor José Alberto da Souza Freitas, acabei sendo homenageada como a "Mãe dos 40 Anos" do nosocômio.
O Jornal da Cidade "bombou" com a notícia e reescreveu a história do HRAC, que nasceu do sonho do "Tio Gastão", iniciado numa pequena e modesta casa.
Não vamos deixar morrer a luta do idealizador, da forma como Pelé foi esquecido!
P.S. Hoje o planeta todo quer conhecer o Centrinho e conhecer outras histórias.