OPERAÇÃO ENKEL

Quatro são presos suspeitos de liderar tráfico na vila Netinho, em Jaú

Por Lilian Grasiela | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Polícia Civil/Divulgação
Drogas e dinheiro apreendidos pela Polícia Civil em um dos endereços
Drogas e dinheiro apreendidos pela Polícia Civil em um dos endereços

Jaú - Policiais civis da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) e Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jaú (47 quilômetros de Bauru) deflagraram na tarde desta segunda-feira (9) a "Operação Enkel" e prenderam em flagrante quatro pessoas suspeitas de envolvimento no comércio ilegal de drogas na vila Netinho. Elas responderão por tráfico e associação para o tráfico.

A partir de investigações realizadas por equipes da Dise desde outubro de 2021, a Polícia Civil apurou que um grupo havia se associado para vender drogas em endereços da vila Netinho, sobretudo crack. O principal líder do comércio ilegal, segundo as apurações, seria um jovem de 21 anos, que tem condenação por tráfico, e voltou a praticar a atividade após ganhar a liberdade.

De acordo com a Polícia Civil, ele teria se associado a outros traficantes do bairro para o fornecimento de drogas a eles. "Todos os indivíduos envolvidos com tais práticas foram identificados, sendo também apurados locais por eles utilizados para as práticas criminosas", diz a corporação em nota. Nesta segunda, mandados de busca foram cumpridos nesses endereços.

Além do jovem de 21 anos, apontado como líder do grupo, os policiais civis prenderam jovem de 18 anos com aproximadamente R$ 3 mil e porções brutas de crack. Em outro imóvel, um jovem de 22 anos foi preso com porções brutas de maconha. Em outra casa, outro jovem, também de 22 anos, foi flagrado com porções brutas de crack, cocaína e maconha, dinheiro e balança.

A Polícia Civil representou pela decretação das prisões preventivas dos quatro. Os policiais das delegacias especializadas ainda cumpriram outros mandados de busca e levaram uma mulher de 32 anos e um homem de 29 anos para prestarem depoimento na sede da Dise. Após serem ouvidos, eles foram liberados, mas a participação deles na organização criminosa segue sob investigação.

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