O ministro do STF Gilmar Mendes, numa atitude monocrática, retirou o Bolsa Família do teto de gastos para 2023. Vários parlamentares reclamaram, mas a nós contribuintes ficou uma certeza: fechemos o parlamento e passemos à Suprema Corte a incumbência de legislar.
Sairá muito mais barato aos cofres públicos e aqueles intermináveis "conchavos do quem dá mais", típicos da república bananeira.