Às 16h47 de 9/12/1965, algo vindo do espaço caiu na floresta de Kecksburg (EUA). John Murphy, repórter da rádio, foi até o local. Tirou fotos do objeto. Policiais confiscaram sua máquina. O exército retirou todas testemunhas civis do local. Dizendo: "é só um bólido que caiu". Porém, Murphy mostrou resiliência: ouviu as testemunhas que disseram: "é um pequeno ufo". Ele, no afã de assumir o protagonismo do furo jornalístico, quis catalisar nas testemunhas o desejo de entrevista na rádio.
Mas o negacionismo difuso dos militares do exército prevaleceu: 1) as testemunhas estavam equivocadas; 2) foi bólido caído; 3) nenhum ufo foi levado por um caminhão a uma base militar. Intimidas, as testemunhas não deram a entrevista. Anos após, James Romansky (voluntário civil, que ajudou os bombeiros em 9/12/1965) disse em programa de TV que: 1) ele estava "in loco"; 2) viu o objeto caído; 3) não era bólido; 4) tinha a forma de sino; 5) com 3 m de diâmetro; 6) tinha por fora uma escrita difícil de se decifrar (hieróglifos); 7) pelo tamanho seria uma sonda ufológica. A minha conclusão: a) ufólogos americanos apuraram, por investigação sigilosa, que uma sonda ufológica foi levada em 9/12/1965 para a Área 51 (engenharia reversa); b) o depoimento de Romansky foi a bala de prata que ratificou uma verdade fatual.