E a palavra mesmo nos diz da existência de tempo determinado, para tudo debaixo do céu (Eclesiastes 3: 1) "que há tempo pra plantar e pra colher, para guerra e para paz, tempo de falar, tempo para se calar, tempo para odiar e tempo para amar".
E, brigando com Deus e o mundo, eu e milhões e milhões de pessoas, aqui ou mundo afora, nos atemos nos mais variados embates. Que tem também milhões de motivos, e o mais incrível disso tudo, todos nós temos nos mais variados casos, a total razão.
E, sabendo disso, que ninguém é culpado, por nada que fez ou deixou de fazer, peço então desculpas ao meu amigo João Jabbour, faço aqui minha 'mea culpa". Aproveito para perdoar vários desafetos também e fico à espera de um mesmo perdão. Estes que consegui fazer nestas minhas "batalhas inglórias" dos últimos tempos. Neymar Jr., perdoo você também e reiterando que não penso mais em te mandar você "te catar". E mais, não pretendo mais lhe "secar" em seus lances de gol na copa, essa do Catar, como pretendia, e aviso que a "amarelinha' vai sair do armário, novamente assumida como vestimenta oficial e manto sagrado, tanto da torcida e dos jogadores. Eles, em busca do hexa. E ao Reinaldo Cafeo da economia, peço-lhe perdão pelo "ódio lascado". Perdão peço também aos amigos de facebook, watsapp ou do Instagram (esse que sequer tenho). E a todos aqui do trabalho nos Correios. Companheiros profissionais, que ousaram não pensar como eu.
Também porque depois do hexa almejado (que temos chances reais de ganhar, tanto quanto, como noutras vezes, de não virmos coroados e com a taça nas mãos). E teremos na sequência, 'vizinhando' com a copa o tempo de paz, comilanças e consumismo, tradição de todos os anos, "O Natal do menino Jesus".
E aos desafetos arranjados desta tribuna do leitor, do nosso sempre JCNET. Da qual, sinceramente, espero não tenha sido banido para sempre. Então já contando ter sido perdoado por tantas desavenças criadas, principalmente, por esse fenômeno jamais visto ou pensado por qualquer um de nós, seja você pró ou contra aos nomes Jair Messias Bolsonaro e Lula.
PS. Talvez ainda em tempo hábil, e propício, poderemos ver a copa todos dividindo fraternalmente a mesma pipoca. E, depois, o mesmo peru, e a leitoa assada. As cervejas e coca-colas, todas bem geladas. Isso tudo, infelizmente, ao menos até as próximas "brigaíadas" por A ou por B.