O modernismo de Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, durante a primeira metade do século XX, fez germinar a inquietação, o inconformismo e também tendências artísticas em diferentes linguagens. Enfim, nossa brasilidade receberia, merecidamente, olhares que a colocava em evidência. A centenária "Semana de Arte Moderna" (1922), fecunda e provocativa, reverberava com suas obras insólitas e inusitadas.
Nas artes cênicas, o "Teatro Brasileiro de Comédia" (tbc), sediado a rua major diogo, sinalizava o que viria produzir aos paulistanos, sequiosos de belos espetáculos. Mas diante das dificuldades e percalços, um nome vinha a baila e o seleto "casting" apelavam a franco zampari, imigrante italiano e apaixonado pelo teatro, que não media esforços em socorrê-los: "Deus nos zampari". Paulo autran, tônia carrero, dias gomes, dionisio azevedo, fernanda montenegro (93) e Jorge de Andrade, este autor de "A Moratória", celebram um século de suas vidas e suas contribuições à nossa cultura!
Outros coletivos, grupos e companhias surgiriam oxigenando nossa arte, libertos e compromissados com nossas questões sociais. Sempre resistindo, agora em tempos de plataformas, aplicativos, zoom e virtualidade incutindo em nossas mentes ares progressistas, revigorando nossa caminhada, missão e cidadania!
Gratidão pela positividade e mensagens de esperança por essa centenária marca! Em nome desses arautos e valorosos artistas, seguem nossos aplausos!