Deu no Diário Oficial do Rio de Janeiro, em 20 e agosto de 1956, e no Diário da Noite, em 21 de agosto de 1956: a professora primária Heroína Ribeiro, queria fazer acrescentar ao seu próprio nome o sobrenome “Pinto”.
Colocada a questão à apreciação superior, a Delegacia de Ensino assim se manifestou: “Não consta que dona Heroína tenha “Pinto”.
Se o tem, não usou até presente data.” Submetida à Secretaria de Educação e Cultura, o Sr. Secretário processou o seguinte despacho: “Defiro à dona Heroína Ribeiro o uso do “Pinto” referenciado.
Se o “Pinto” é de seu marido tem direito a usá-lo oficialmente, desde que prove sua existência.”