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Crime

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Mecânico é assassinado a tiros no Jd Nicéia

Mecânico é assassinado a tiros no Jardim Nicéia

Texto: Ieda Rodrigues

O mecânico desempregado Américo de Castilho, 39 anos, morador do Jardim Nicéia, foi assassinado ontem à tarde com três tiros. O crime ocorreu numa estrada de terra que liga o Jardim Nicéia ao Jardim Colonial.

A polícia está investigando o caso e há suspeita de que o crime tenha sido cometido por um parente da vítima, por questões familiares. Castilho havia registrado boletim de ocorrência, recentemente, por ter sofrido ameaça de morte. A polícia não divulgou o nome do suspeito.

Castilho foi encontrado morto, por volta das 15 horas de ontem, por um casal do Jardim Nicéia que passava pela estrada. O corpo estava estendido no meio da estrada com um tiro na face, um no peito e outro no pescoço.

Até o início da noite de ontem, como o perito do Instituto Médico Legal (IML) ainda não tinha feito a necrópsia do corpo e a única bala que se alojou na vítima não tinha sido retirada, não havia sido possível determinar o tipo de arma usada no crime. A polícia acreditava tratar-se de um revólver calibre 38 ou de uma pistola automática.

Um parente da vítima, que estava no local do crime, mas não quis se identificar, disse que a mulher de Castilho poderia indicar para a polícia quem foi o autor dos disparos. O parente ressaltou que a vítima não tinha rixas com ninguém.

Castilho, segundo contou o parente, tinha saído de sua casa, no Jardim Nicéia, para ir ao Núcleo Geisel tratar do recebimento de um cheque pré-datado que havia recebido como pagamento na venda de um carro. Ele foi morto ao retornar para sua casa, pois um outro parente da vítima que chegou ao local do crime, disse que Castilho havia saído de sua casa, no Geisel, a poucos minutos.

O Corpo de Bombeiros chegou a ir ao local do crime, mas como constatou que Castilho já estava morto não chegou a socorrê-lo. A ocorrência foi registrada no 4.º Distrito Policial, que está investigando o caso com o apoio da Delegacia de Investigações Gerais/Grupo Armado de Repressão ao Roubo e Assalto (DIG/Garra).

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