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Comentário político

Redação
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Caso ECCB

A redação continua aguardando autorização do ex-diretor da ECCB, Adhemar Previdello, para atribuir-lhe afirmações contidas em matéria distribuída pela assessoria da Prefeitura. Ontem, Adhemar ainda continuava em viagem, conforme informação de sua residência. A matéria diz respeito a gravação entre Nerle Quaggio e Izzo Filho.

Profecia do Real I

O deputado Tuga Angerami, que encerra seu mandato na Câmara dos Deputados, acertou as previsões que fez em relação ao futuro do Plano Real no pós-reeleição do presidente FHC. Tuga avaliou, em setembro de 98, que o presidente iria anunciar medidas duras para a sociedade após ter garantido mandato por mais quatro anos.

Profecia do Real II

Alguns dias depois de FHC ser confirmado no comando do País apresentou a conta: os brasileiros pagam - com mais impostos e sacrifícios - o preço da lição de casa que ele não fez. Tuga, por sua vez, pagou o preço político por ter se mantido entre os tucanos chamados de rebeldes, críticos do modelo de política econômica.

Profecia do Real III

O deputado lembrava, na época, que o resultado desse modelo, que privilegia o capital especulativo e decide de acordo com as

"metas do FMI" seria o agravamento da recessão. Tuga volta para Bauru dizendo que é candidato a prefeito no ano 2000. Até lá, vai retomar a cadeira de mestre em psicologia na Unesp.

Profecia do Real IV

Outro tucano, o economista Carlos Sette também avaliou, no ano passado, que o Governo Federal errou quando não promoveu alterações no câmbio depois de completados os dois primeiros anos do Plano Real. Sette já esperava a desvalorização da moeda nacional em relação ao dólar, medida porém considerada tardia para o futuro da estabilidade econômica.

Comissão Processante

A Câmara Municipal deve ficar sabendo na próxima segunda-feira se a Processante contra Izzo Filho será suspensa ou não. O juiz da 3ª Vara Cível, Mauro Ruiz Daró, deve apreciar o pedido de liminar em mandado de segurança do advogado do prefeito, Ailton Gimenez. Na terça, a Processante promete ir atrás do prefeito para colher seu depoimento.

STF - perspectivas I

O fim do recesso do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, já reduz o prazo para a decisão do ministro Celso de Mello sobre a permanência de Izzo Filho à frente da Prefeitura de Bauru. A expectativa que se arrasta há mais de um mês deve terminar antes da primeira quinzena de fevereiro.

STF - perspectivas II

Com o retorno dos ministros, os processos voltarão a ser distribuídos e, em tese, o presidente do STF terá mais tempo para dedicar-se ao pedido de suspensão da liminar que reconduziu Izzo Filho ao cargo. A questão, aliás, só pode ser decidida por ele.

STF -perspectivas III

A demora na avaliação do pedido, segundo informações da assessoria de imprensa do STF, é decorrente do acúmulo de serviços. Normalmente, as decisões demandam 10 dias, mas, por força de lei, alguns processos, como os de habeas corpus, têm preferência de decisões.

STF - perspectivas IV

Celso de Mello deve passar este final de semana avaliando a questão da moratória de Minas Gerais, considerada agora prioritária no STF. Na segunda-feira, os outros nove ministros voltam a despachar e o problema de Bauru deverá, enfim, entrar na agenda do presidente.

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