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Izzo depõe I
Em depoimento expontâneo, ontem, na Delegacia Seccional de Polícia, o prefeito afastado Izzo Filho voltou a negar participação intelectual nos atentados executados e planejados em Bauru. Mas não convenceu o delegado J.J. Cardia, chefe da DIG-Garra.
Izzo depõe II
Izzo Filho informou que foi o chefe de Gabinete de sua administração, Nelson Quagliato, quem contratou os seguranças Roberto Thomaz, que só falará em juízo, e Djalma Duarte Gonzaga, que ratificou informações tiradas de outros depoentes. Desde fevereiro, Roberto recebia salário de R$ 2.999,00 na Cohab.
Preventiva
O delegado-assistente da Seccional de Polícia, Edson Cardia, disse, ontem, ser favorável ao pelo pedido de prisão preventiva de Izzo Filho, opinião compartilhada por Hércules Sormani, promotor que atua no inquérito das denúncias de extorsão contra a ECCB. Só quem pode pedir a prisão é a Procuradoria do Estado.
Arbitrariedade
Ao deixar a Seccional, o prefeito afastado afirmou que vai considerar uma arbitrariedade se sua prisão for decretada pelo Tribunal de Justiça. Negou qualquer procedência na informação de que deixaria o País. Questionado sobre isso por Cardia, disse que não comprou passagens, mas que está com o passaporte em dia.
Moussa não indicou
O empresário Moussa Tobias disse ontem que não indicou ninguém para ocupar cargo na Prefeitura der Bauru, referindo-se
à informações de que teria sido o "padrinho" de Daltayr Valim na Cohab. "Não tenho essa pretensão. Quem indica é o prefeito", finalizou.
Nomes parecidos I
A mulher de um funcionário de carreira da Prefeitura, que trabalha há 30 anos na administração, pediu para informar que a pessoa de nome Nivaldo Aparecido da Silva, presa pelo DIG-Garra acusada de ter participado de atentados, não é o Nivaldo Aparecido Silva, que é seu marido.
Nomes parecidos II
Em outra oportunidade, quando o mesmo Nivaldo que foi preso pela DIG recebeu um cargo de confiança na Prefeitura, houve confusão de nomes e a família, segundo ela, teve que passar por situações que não correspondiam
à realidade. Agora, ela teme retaliações, por isso está fazendo o alerta.
Saiu por outra coisa
Outro esclarecimento. O filiado do PT, Tião Camargo, disse que não faz parte do grupo do vereador José Carlos Batata, que renunciou à executiva do partido. Ele afirmou que não está de acordo com as posições de Batata e que deixou a direção do PT porque tem outras divergências partidárias.
História de Bauru
Com relação ao provão a ser dado aos alunos sobre a história de Bauru, um professor sugeriu que o delegado J.J. Cardia desse um cursinho preparatório. Afinal de contas, importante parte da história local está sendo registrada em BOs, inquéritos e processos.