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Solange Monteiro
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Menor furta medicamentos e objetos do berçário da USP

Menor furta medicamentos e objetos do berçário da USP

Texto: Solange Monteiro

Seguranças da Universidade de São Paulo junto com a Polícia Militar encontraram vários objetos furtados do berçário da universidade em um prédio abandonado na quadra 27 da avenida Nações Unidas, ontem à tarde. O furto aconteceu na quarta-feira e foi praticado por um garoto de 13 anos. O boletim de ocorrência foi registrado no 3.º DP.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da USP, o valor dos objetos furtados é de aproximadamente R$ 1 mil, incluindo a máquina fotográfica da marca Olympus junto com o flash, no valor aproximado de US$ 350. Também foram furtados medicamentos, seringas, agulhas, toalhas das crianças, fraldas, cremes, sabonetes líquidos e xampus infantis.

Segundo a Assessoria apurou, mulheres que amamentam na praça em frente ao berçário disseram ter visto um garoto junto com outra criança, de dois anos aproximadamente, deixando o berçário com uma sacola e que o garoto teria perguntado, inclusive, onde era a saída.

Os funcionários encontraram vários objetos fora do lugar, xixi no chão e pegadas de crianças.

Segurança

As crianças teriam entrado por volta de 12h40 e 12h45, quando houve troca de turno dos funcionários. Mas, segundo a assessoria sempre há seguranças no local, de modo que o furto ocorreu apenas por mera coincidência.

De acordo com os seguranças Wellington Coelho Aquino, 31 anos, e Mário Romero dos Santos, 37 anos, só foi possível abordar o menor ontem à tarde e foram levados por ele, junto com a polícia para o local onde está abrigado com a família: um prédio abandonado na quadra 27 da avenida Nações Unidas.

Segundo Aquino, não foi possível recuperar todos os objetos furtados porque havia pacotes de fraldas abertos, toalhas usadas e a máquina fotográfica junto com o flash não estavam lá. Segundo informações, no mesmo dia do furto, desfizeram-se do equipamento.

Sem condições

O segurança Aquino disse que aparentemente duas famílias ficam abrigadas no prédio, mas não há nenhuma condição de higiene. O cheiro, segundo ele é de urina e fezes e há várias roupas sujas espalhadas. Algumas, segundo ele, parecem ser novas, o que levanta a suspeita de terem sido furtadas. Tanto os adultos quanto as crianças convivem nesse ambiente sem nenhum tipo de higiene.

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