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Primeira cassação
O Tribunal de Justiça deve julgar hoje os dois pedidos de desistência da defesa de Izzo Filho em relação
à primeira cassação de mandato, de agosto de 1998. A defesa de Izzo pede desistência dos dois mandados de segurança, onde, no segundo deles, foi obtida a liminar para o retorno do ex- prefeito ao cargo.
Segunda cassação
O ex-prefeito também entrou com agravo de instrumento contra a segunda Comissão Processante. Mas esse recurso também corre o risco de ficar prejudicado, como pode acontecer com o mandado de segurança, porque o juiz da 3ª Vara Cível, Mauro Ruiz Daró, pode finalizar a ação nas próximas horas.
Sem público
A denúncia apresentada ontem à noite, na tribuna da Câmara, pelo Sindicato dos Servidores contra o superintendente do Seprem, Danilo Campana, passou despercebida. Os fatos foram levados a público logo no início da sessão, quando as galerias ainda estavam vazias e diversos vereadores ausentes no plenário.
Falta de "quórum"
As diretoras da entidade, entretanto, acharam um culpado pela falta de "quórum": o vereador Rogério Medina (PTB). Segundo elas, ele pediu a dispensa das leituras preliminares, propositadamente, a fim de "dar a palavra"
à entidade. A antecipação do processo foi tão rápida que foram poucos os que ouviram as palavras da presidente Idelma Corral.
Investigação
Porém, o que mais importa não é a briga entre o vereador e o sindicato, mas sim as denúncias que, uma vez, tornadas públicas, devem merecer a atenção de quem tem o dever de zelar pela chamada "coisa pública". Seria mais uma "caixa preta" a ser aberta? Leia matéria nesta edição.
Sobre ida à Câmara
O "sr. Benetti" (é assim que ele tem sido chamado) enviou um bilhete à coluna, ontem (assinando como "sr. Benetti"), para dizer que visitou os vereadores a fim de explicar a todos eles sobre o tamanho do prejuízo que o cancelamento da cobrança das taxas do IPTU causaria à Prefeitura.
"Mister B"
Prossegue o misterioso "sr. Benetti" dizendo que não
é do feitio do atual prefeito ofertar cargos a vereadores e que, portanto, ele não teria oferecido cargo a ninguém, ao contrário das afirmações feitas anteontem e ratificadas ontem por alguns vereadores, principalmente após uma matéria na edição de sábado, que escancarou o assunto.
Surpresa
A filiação da vereadora Catarina Carvalho ao PPB pegou de surpresa os seis vereadores que já compõem a bancada do partido na Câmara. Pelo que se observou, ninguém imaginava que a parlamentar fosse integrar o grupo, que vem tendo o respaldo do deputado Carlos Braga.
Canto do cisne
À primeira vista, o ingresso de Catarina ao PPB teve mais sabor de confronto do que de coesão. É que, segundo se especulou no café da Câmara, esse teria sido um dos últimos cantos do cisne de Nelson Neme enquanto presidente do PPB. Enredo: Antes de sair, ele filiou a vereadora, deixando o partido em uma tremenda saia justa.
Comunicação instantânea
Por conta das virtuais divergências entre os vereadores pepebistas e o atual presidente do partido, a notícia foi repassada, minutos após, ao presidente estadual do PPB, Marcelino Romano Machado. Ao que tudo indica, o novo fato poderá apressar as mudanças previstas para o partido em Bauru.