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Redação
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Raid de Regularidade agita jipeiros de Bauru

Raid de Regularidade agita domingo dos jipeiros em Bauru

Cumprir um percurso complicado por obstáculos como barrancos, poças de lama, bancos de areia e muita poeira, no tempo determinado, foi o principal desafio para os 30 jipeiros que participaram, ontem, do 1.º Raid Passeio de Bauru, uma prova de regularidade.

O primeiro competidor largou às 10 horas da manhã, em frente ao Posto São Paulo, no centro da cidade. O destino, desconhecido para todos os participantes da prova, ia sendo descoberto no decorrer do percurso, através da planilha entregue no início da competição.

De acordo com Laudemir Bologna Junior, organizador do evento, neste tipo de prova, é considerado vencedor, o participante que tiver menos pontos perdidos. Nos pontos de controle (PC), uma equipe fiscaliza toda a ação dos competidores e marca os tempos de cada um. É bom lembrar que, a cada minuto atrasado a equipe perde um ponto. Caso passe adiantado em algum PC, o competidor perde dois pontos.

Pelo nível de dificuldade do percurso, Bologna Junior, diz que "somente carros 4x4 conseguem transpor os obstáculos". Para participar do Raid, o jipe, além de estar dentro do regulamento, deveria estar em bom estado de conservação e dispor dos equipamentos de segurança, como cintos de segurança para o piloto e para o navegador.

Dupla n.º 1

O primeiro carro a partir para os desafios do Raid, foi o AeroWillys, ano 1965, n.º 01, que tinha como piloto José Carlos de Barros Melo, 41 anos, técnico em informática, e como navegador Leandro Rodrigues Melo, de 13 anos, "filho do piloto".

A equipe estava confiante e acreditava num resultado pelo menos satisfatório, porque tinha todas as condições para competir bem. Melo, que é jipeiro há um ano e meio, já participou de cinco competições deste tipo. Ele diz que o prazer está no "desafio do trajeto e na aventura de brigar com os carros mais novos".

Seu filho, o navegador, que "tem toda a responsabilidade da prova", também estava bastante confiante. É o navegador que faz todas as contagens de tempo e quilometragem, observa os obstáculos da pista e as sinalizações. Mas para tudo isso, Leandro contava com uma ajuda fundamental, a da calculadora. O que conta para ele, em competições como esta, "é a precisão no percurso e não a velocidade".

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