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Redação
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Trabalhadores na saúde cobram posição de deputados

Trabalhadores na saúde cobram posição de deputados

Representantes e delegados estaduais ligados aos servidores estaduais do sistema de saúde estarão, hoje, na Assembléia Legislativa em São Paulo, para cobrar dos deputados um posicionamento sobre a campanha salarial da categoria.

A diretoria regional do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado de São Paulo (SindSaúde), estará presente e deve fazer marcação serrada, essencialmente, sobre os deputados que representam a região. Segundo a diretora regional do SindSaúde, Mariuze Inês Pereira Miranda, hoje será feito "aquele oba-oba com os deputados". No próximo dia 9 de junho a categoria irá realizar uma assembléia geral. Caso a situação não se resolva até este dia, os servidores poderão decidirem por greve.

No início de abril, os trabalhadores já estiveram em São Paulo e se reuniram no Palácio dos Bandeirantes com a secretaria da Casa Civil, que intercederia pela categoria junto às secretarias da Saúde e da Administração, no sentido de tentar um acordo para o impasse.

A categoria reivindica do Governo estadual o aumento do piso salarial para três salários mínimos, inclusive para os aposentados (o piso salarial de um auxiliar de serviços gerais é, atualmente, de aproximadamente R$ 57,00), incorporação das gratificações no salário-base do servidor, reajuste salarial automático pelo índice da inflação, pagamento da Gratificação Especial por Atividade

(GEA), aumento do ticket-refeição de R$ 2,00 para R$ 8,40, extensão aos trabalhadores administrativos e auxiliares de serviço da carga de 30 horas semanais.

A pauta é praticamente a mesma apresentada pela categoria no ano passado, quando no primeiro semestre, houve a última greve da categoria. Segundo Miranda, os trabalhadores estão sem reajustes salariais a 5 anos

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