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Esclarecendo
O diretor da Associação Hospitalar de Bauru (AHB), Reinaldo Rocha, rebateu afirmações do presidente local do PSB, Pedro Romualdo, que reclamou contra o contato feito pela entidade com uma empresa de São Paulo para levantar a reforma do Manoel de Abreu.
Três empresas
Rocha esclarece que a AHB apenas contatou ("e não contratou) uma empresa de São Paulo e duas de Bauru para orçar as necessidades da reforma do hospital, dando ganho para a de menor preço. Ele lembra, também, que não
é para realização da obra.
Duas fases
"Tomou-se o cuidado de não se convidar construtoras agora, para que todas elas tenham condições de participar da Carta Convite para execução da reforma, visto que as empresas que participarem desta 1ª fase, não participam da segunda", diz a nota enviada pelo diretor.
Mosca da candidatura
O período de definições eleitorais ainda está relativamente distante, mas a mosca da candidatura quando pica deixa a vítima irriquieta. Um fotógrafo do JC cobria um evento na Câmara de Bauru, quando foi chamado pelos vereadores Rubens Spíndola e Toninho Garmes, ambos do PSDB.
Cabeça e vice
"Tira uma foto aqui da gente", disseram Garmes e Spíndola, a João Rosan, acrescentando: "Estão aqui os candidatos a prefeito e vice..." Só não explicaram quem será o vice de quem e por qual partido.
Agradecimento para 2000
O deputado estadual Pedro Tobias (PDT) parece afinadíssimo com o Governo do Estado. Anteontem, sua assessoria enviou um comunicado, antecipado, agradecendo ao governo pelo anúncio da duplicação da rodovia Bauru-Marília, que seria feito ontem, em Marília. Covas, porém, afirmou que "só depois do segundo semestre do ano 2000".
De olho na AL
Pedro Tobias e Carlos Braga (PPB) estão sendo criticados pelo colega de Assembléia Legislativa, César Callegari
(PSB). Ambos votaram a favor de um projeto do governo que libera o pagamento de dívidas da educação com o dinheiro da área, em relação a precatórios. Callegari alega que o projeto tira dinheiro das universidades e municípios.
Encontro de contas
O projeto permite a extinção de dívidas de precatórios do Estado para com credores que também sejam devedores, mediante uma compensação financeira, fazendo uma espécie de encontro de contas. O problema é que a extinção de débitos de impostos traz perda real de recursos para os municípios e o ensino público.
Emenda rejeitada
Callegari foi autor de emenda pedindo, pelo menos, a contagem visando a manutenção dessa receita que iria para a área de educação e para os municípios, na divisão do bolo da arrecadação fiscal, mas sua proposta não foi aprovada, contando com o voto contrário dos deputados bauruenses.