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Comentário político

Redação
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Ciscando o ninho I

A movimentação da bancada tucana na Câmara Municipal lança farpos do ninho para vários lados. Nos bastidores ainda se pergunta porque Tuga e Edmundo, por exemplo, não se sentam à mesa para conversar, aparar arestas. Será que a ausência de apoio à candidatura a deputado estadual é tão fundamental assim para romper os laços?

Ciscando o ninho II

Se o motivo fundamental não for este, também é de se perguntar se Edmundo, junto com Spíndola e Garmes, estaria convencido, à essa altura, que não quer mais ficar mais no partido. Se esa for a conclusão, qual o interesse em alimentar uma frente contra Tuga numa legenda em que eles não contariam mais para as eleições?

Influência externa

Seria até contra os princípios do comportamento partidário mas, diante de tantos ciscos no mesmo ninho, já se pergunta se a bancada tucana, convicta da revoada, estaria a serviço de outro grupo para tumultuar o PSDB. Tudo isso, imaginando-se que a frente não seja uma contenda pessoal.

Questão financeira

O vereador Rino Biagio (PPB) comentou, ontem, que a CEI das Finanças foi arquivada também por falta de recursos financeiros para custear a auditoria financeira. O vereador lembra que o custo seria de R$ 300 mil. O Município nem o Legislativo teriam como financiar esse valor, sustentou.

Vontade de comer

A reação da Prefeitura, tentando culpar a CEI do Patinho para a falta de carne na merenda escolar não foi bem digerida. Os membros da CEI, Medina e Spíndola, deram o troco. Disseram que a comissão não tem nada a ver com o abastecimento de carne na merenda. E apontaram falhas técnicas e ainda políticas nas afirmações do Executivo.

Água na merenda

A comissão rebate e diz que ao não pagar o fornecedor, o Executivo coloca em dúvida a sindicância realizada pela própria Prefeitura. "Se a tal sindicância do prefeito apontou que estava tudo legal, tudo certo, então por que não paga o fornecedor?", dizem. "O fornecedor entregou a nota fiscal de toda a compra e não só da parte que já foi entregue", acrescentam.

Sinal fechado

Sancionado, ontem, pelo presidente da Câmara Municipal de Bauru, Paulo Madureira (PPB), o projeto de Roberto Bueno (PTB) que exige a assinatura do motorista ou a presença de testemunhas, em caso de multas de trânsito. O prefeito Nilson Costa não vetou o projeto e, ao deixar o prazo para o veto se extinguir, ele acabou não entrando em dividida com ninguém.

Dois silvos longos

A Companhia de Trânsito é contra esta lei e, apesar de promulgada, é considerada inconstitucional. Como ficará a atuação dos policiais de trânsito a partir de agora? Vão ignorar a lei que, inconstitucional ou não, já está em vigor, ou vão à Justiça contra a sua aplicação. A resposta está na página 10.

Quércia x Tidei

Comentários nos bastidores dão conta de que a saia justa em que Orestes Quércia se meteu ao vir para encontro do PMDB em Bauru foi muito além do abandono do ex-governador no aeroporto e das indiretas a favor de Michel Temer bno discurso de Tidei de Lima, na Câmara Municipal.

Inverno rigoroso

Segundo corre à boca pequena, Quércia quis cobrar uma postura de Tidei a seu favor, mas não obteve a receptividade de outros tempos do líder peemedebista local. Teria sido o estopim para um conversa mais ríspida que teria havido entre ambos em uma sala reservada da Câmara.

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