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Prisão

Fábio Grellet
| Tempo de leitura: 2 min

Visitante da Cadeia de Jaú é preso com maconha

Visitante da Cadeia de Jaú é preso com maconha

Texto: Fábio Grellet

Jaú - Carcereiros da Cadeia Pública de Jaú flagraram, por volta de 13h30 de ontem, Adílson Carnaval, 19 anos, quando este tentava entrar no estabelecimento para visitar seu irmão Paulo Sérgio Carnaval, 29 anos. Adílson carregava, entre outros objetos, um par de sapatos que tinha fundo falso e onde estavam escondidos 100 gramas de maconha, em dois pacotes ocultos sob a palmilha deles. Como ele indicou um outro irmão, João Carnaval, 33 anos, como responsável pelo artifício, este também foi detido.

Quando os carcereiros revistaram os objetos que Adílson carregava, descobriram o fundo falso do sapato e seu conteúdo. Ele foi conduzido à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) e detido em flagrante, sob acusação de praticar tráfico de drogas. O irmão que Adílson iria visitar, Paulo Sérgio, estava detido desde o dia 26 de fevereiro último, também sob acusação de praticar tráfico de drogas.

Em seu depoimento, após ser detido, Adílson disse que desconhecia a existência do fundo falso no sapato e seu conteúdo, alegando que seu irmão João

é quem teria feito o serviço e solicitado que Adílson levasse os sapatos para o irmão, ao visitá-lo. Por isso, os policiais foram até a casa onde os três irmãos moram com seus pais, no Jardim Doutor Luciano, em Jaú, e prenderam João. Lá encontraram e recolheram, também, uma pequena quantia de maconha, suficiente apenas para um cigarro. Em seu depoimento, João teria admitido ser o responsável pelo fundo falso dos sapatos e por ter depositado a maconha ali, e confirmou que Adílson desconhecia a manobra.

Os dois irmãos foram detidos, em flagrante lavrado pelo delegado titular da Dise/Jaú, Benedito Antonio Valencise, e, apesar da versão que inocenta Adílson e será apurada, ele e João permanecem na Cadeia Pública de Jaú, acusados por tráfico de entorpecentes e associação para fins de tráfico, que podem acarretar condenações entre três e 15 anos de prisão.

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