DIG/Garra orienta sobre guarda-noturno
DIG/Garra orienta sobre guarda-noturno
Texto: Rita de Cássia Cornélio
O delegado da Delegacia de Investigações Gerais/Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (DIG/Garra), J.J. Cardia, está pedindo a população bauruense para que exija a carteira de identificação das pessoas que se apresentam como guarda-noturno, antes de pagar a mensalidade. Segundo ele, somente quem possue a carteira de identificação, com foto expedida pela delegacia, pode trabalhar na função.
O alerta, segundo ele, é de suma importância, uma vez que só as pessoas autorizadas passaram por uma pesquisa.
"Quando a pessoa se candidata a ser guarda-noturno, nós fazemos uma pesquisa criminal, para que os moradores não sejam enganados e tenham segurança ao contratar os serviços", disse o delegado.
Cardia lembra aos moradores do Jardim Panorama que a carteira de identificação, conseqüentemente a licença do guarda Girvan Cícero Simão, que trabalhava naquela
área da cidade, foi cassada. "Ele não tem mais autorização para trabalhar e portanto os moradores não devem continuar pagando a mensalidade para ele", explicou.
O delegado frisa que a carteira é pessoal e intransferível.
"Só aquela pessoa está autorizada. Ela não pode colocar um empregado para trabalhar em seu lugar", disse. De acordo com o titular da DIG/Garra, é um direito do morador exigir o documento, antes de fazer o pagamento.
No caso do guarda não apresentar a carteira de identificação, o morador deve entrar em contato com a DIG/Garra, assim como nos casos em que o guarda entrar em atrito com o morador. "Nosso telefone, o 224-3090, está à disposição dos moradores. O ideal é que o morador anote a placa da moto usada pelo guarda", orientou.
Ele lembra que tem recebido reclamações de guardas que não comparecem para trabalhar. "Eles só vão ao bairro no dia que vão receber a mensalidade. A Associação de Moradores do Jardim Panorama fez um pedido para cancelar a autorização do guarda e nós atendemos, já que a associação entendeu que ele não exercia a função corretamente", contou o J.J. Cardia.