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Ser e não ser I
Um político com bom trânsito junto ao prefeito Nilson Costa, ao analisar ontem a informação da reforma do secretariado, comentou que o prefeito trabalha com duas hipóteses para seu futuro político: ser candidato e não ser candidato.
Ser e não ser II
Atualmente, ele aposta mais que o prefeito tende a não ser candidato à reeleição para poder terminar seu mandato com tranquilidade. Nilson trabalharia para deixar o governo como alguém que colocou a casa em ordem, ficando como um forte candidato a deputado em 2002.
Ser e não ser III
Para o ano que vem, ainda segundo o raciocínio do observador, Nilson Costa esperimentaria o doce sabor do cortejamento por parte de várias forças políticas, entre elas as que são comandadas por Caio Coube (PTB), Carlos Braga (PPB), Tidei de Lima (PMDB) e Moussa Tobias (PDT), entre outras.
Movimento no Palácio
Causou correria ao 3º andar do Palácio das Cerejeiras, ontem, a matéria veiculada pelo JC sobre a reforma do secretariado. A busca por informações por parte de alguns secretários e diretores de pastas deu o tom da correria.
Alvoroço
A notícia sobre a intenção de Nilson Costa reestruturar seu secretariado alvoroçou o Palácio das Cerejeiras. Muita gente achou que as mudanças começariam no dia de ontem, havendo até quem tenha ficado em dúvida se deveria ou não colocar o cargo à disposição. O prefeito, entretanto, jogou água fria e garantiu que nada será feito de surpresa. O pavio, porém, já está aceso.
PDT cobra
A bancada de vereadores do PDT, mais unida do que nunca, quer agendar uma audiência com o prefeito Nilson Costa (PPS) para cobrá-lo de diversas ações até o momento "esquecidas". A crítica situação do Centro Social Urbano (CSU), por exemplo, está na pauta de cobrança dos pedetistas.
Oposição definida
A pretendida sabatina com o chefe do Executivo demonstra mais uma vez a oposição definida do PDT em relação ao governo municipal. Caso aceite a realização da audiência, Nilson ficará frente-a-frente no debate com os vereadores, Marcelo Borges, Pedro Tobias e outras lideranças do partido.
Sem culpa
O vereador tucano Rubens Spíndola, criticado por ter levantado suspeitas sobre os colegas que votaram contra seu relatório na CEI do Patinho, eximiu Edmundo Albuquerque, Majô Jandreice e José Carlos Batata das alegadas negociatas escusas. Os demais, porém, não poupou, acusando todos de terem barganhado pelo apoio a Nilson Costa.
Crise adiada
A discussão na instância estadual sobre a crise que se arrasta no PT de Bauru foi mais uma vez adiada. As decisões que seriam tomadas na noite de anteontem foram transferidas para amanhã, com início previsto para às 10 horas e sem horário certo para terminar.
Conluio
Enquanto os problemas esperam solução, os boatos não cessam no partido. Ontem, o vereador Batata estava absorto na notícia sobre possível conluio entre membros petistas e o izzista Pedro Valentim.
Conluio I
Especulou-se que correligionários do PT teriam auxiliado o fiel escudeiro de Izzo na elaboração do pedido de cassação do vereador Batata, apresentado anteontem
à Câmara. A ala de Roque Ferreira, no entanto, acha que o fato não passa de "mais um factóide" criado para mudar o eixo das discussões internas.