Pesquisa busca vocação de cidades
Pesquisa busca vocação de cidades
Investir na indústria e no comércio são soluções apontadas por pesquisa, desenvolvida pelo Sebrae e Unesp, para alavancar a economia
Pesquisa desenvolvida pelo Sebrae-SP (Serviço de Apoio
à Micro e Pequena Empresa), em parceria com universidades públicas (no caso de Lençóis Paulista e outras 14 cidades, a Unesp), investigou quais são as atividades econômicas que têm mais chances de se desenvolver, em 104 munícipios paulistas. Esse diagnóstico faz parte do Proder (Programa de Emprego e Renda), projeto para apoiar o crescimento industrial das cidades pesquisadas.
O Sebrae é o órgão responsável pelo desenvolvimento do Proder, um projeto através do qual, em parceria com universidades públicas estaduais, são detectadas as atividades econômicas que têm melhores condições de se desenvolver, nos municípios pesquisados. O objetivo final, como o próprio nome do projeto já anuncia, é gerar empregos e, consequentemente, renda, incentivando especialmente os micro e pequenos empresários a investir nesses segmentos. Para tanto, é necessário definir, a princípio, quais ramos da economia têm mais chances de se desenvolver e, por isso, devem receber apoio e centralizar os investimentos. Conforme ressaltaram os responsáveis pelo projeto, isso não significa que as demais atividades devam ser esquecidas, mas apenas que aquelas, expostas pela pesquisa, já dispõem de estrutura para evoluir mais rapidamente na cidade.
Durante a pesquisa, são avaliadas a especialização da mão-de-obra local, as atividades que o município tradicionalmente já desenvolve, a evolução das faixas etárias da população (para verificar qual delas está crescendo mais e, portanto, merece maior atenção de comerciantes e industriários), entre outros itens que compõem um panorama da atividade empresarial dos municípios e das necessidades de seus moradores. Preparado esse diagnóstico, a etapa seguinte é a mobilização das lideranças de cada município
(Poderes Executivo e Legislativo, comerciantes, empresários e líderes sindicais, entre outros), para implementar as iniciativas indicadas como viáveis pelo projeto.
Em todo o Estado de São Paulo, já foram pesquisados 104 municípios. Na região de Bauru, a pesquisa envolveu as cidades de Pederneiras, Agudos, Lençóis Paulista, Lins, Avaré, Conchas, Itatinga, Botucatu, Laranjal Paulista, Paranapanema, São Manuel, Santa Cruz do Rio Pardo, Águas de Santa Bárbara, Cerqueira César e Bernardino de Campos. Em todas elas, a Unesp (Universidade Estadual Paulista), através de uma equipe coordenada pelo professor Flávio Abranches Pinheiro, foi responsável pela obtenção dos dados. Nas demais cidades, o Sebrae estabeleceu parcerias com a Fundação Getúlio Vargas, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, a Unicamp (Universidade de Campinas) e a USP (Universidade de São Paulo).
A composição da pesquisa envolveu quatro etapas: de início, foram consultados os dados disponíveis sobre cada município em órgãos como o Seade, a Fundação IBGE, o Ministério do Trabalho e da Agricultura e o IEA. Em seguida, os pesquisadores se reuniram com as lideranças formais de setores organizados do município
(prefeito, presidente da Câmara Municipal e presidentes de entidades patronais e de trabalhadores). Com eles, obtiveram avaliações atualizadas sobre a situação dos municípios, que ainda não constam das estatísticas oficiais. Com base nas informações colhidas durante esses duas etapas, foi desenvolvida a fase seguinte, consistente na elaboração dos diagnósticos sobre cada município. E, por fim, após detectadas as atividades com maior potencial para se desenvolver no município, a
última etapa consiste na apresentação de propostas para incentivar o desenvolvimento desses segmentos.
Nos dias 29 e 30 de setembro, foram apresentados, respectivamente, os diagnósticos dos municípios de Pederneiras e Lençóis Paulista.
Lençóis deve ter alternativa à cana
Estudo indica que município deve procurar promover o desenvolvimento industrial, apoiando o comércio
Lençóis Paulista - Em Lençóis foi detectada, entre outras, a necessidade de serem encontradas culturas alternativas à cana-de-açúcar, que predomina na região. Essa é uma das propostas para o desenvolvimento da cidade, apresentadas durante um evento promovido pelo Sebrae e Unesp para apresentar o panorama sócio-econômico da cidade. Há sugestões válidas para diversas cidades da região, que apresentem uma mesma característica comum (como o cultivo de cana-de-açúcar, por exemplo), e outras específicas para cada município.
A apresentação do diagnóstico aconteceu no dia 30 de setembro, na Câmara Municipal de Lençóis, onde estiveram presentes o professor da Unesp Flávio Abranches Pinheiro, o gerente regional do Sebrae-SP, Paulo Roberto Tebaldi, o prefeito José Prado de Lima, o secretário municipal da Indústria e Comércio, Ronaldo Cicone, e o presidente da Associação Comercial e Industrial de Lençóis Paulista (ACILPA), Ricardo Viegas, entre outras autoridades e representantes de entidades diversas.
Pinheiro foi responsável pela apresentação e destacou, inicialmente, que a cidade de Lençóis não tem problemas de infra-estrutura, capazes de limitar o desenvolvimento da cidade.
O dinamismo do setor produtivo é muito grande: avaliando o crescimento do consumo de energia, distribuído por setores, a pesquisa constatou que, entre 1987 e 1997, o comércio cresceu 9,7% ao ano. Na região, o índice médio de crescimento correspondeu a 6,2% e, no Estado de São Paulo, foi de 6,7%. Essa evolução se deveu ao aumento da quantia de empresas, e não ao crescimento das empresas já existentes.
A indústria de Lençóis, por sua vez, cresceu 7,7%, enquanto, na região, o crescimento foi de 6,5% e, em todo o Estado de São Paulo, limitou-se a 0,95%. Os outros serviços cresceram 5,3% em Lençóis (3,2% na região e 6,6% em todo o Estado) e o setor rural aumentou 3,4% (1,7% na região e 3% em todo o Estado).
População
Em 1996, Lençóis Paulista tinha 50.757 habitantes, com proporções quase idênticas de homens e mulheres. Viviam no meio urbano 93,7% desse total (enquanto a média no Estado de São Paulo é de 93,1% e, no interior, de 89,9%).
Na análise do crescimento populacional por faixa etária, constata-se que a quantia de jovens está diminuindo em Lençóis. Embora, de forma geral, entre 1991 e 1996, a população tenha crescido 14%, no segmento entre 0 e 9 anos a população diminuiu 14,25%. A faixa componente da PPA (população potencialmente ativa), entre 14 e 65 anos, aumentou 19%. Já a população com idade superior a 65 anos cresceu 27% (no Estado, aumentou 22%).
O aumento da população com idade mais avançada
é detectado em todas as cidades de porte pequeno e médio, no interior, e se explica porque há muitas pessoas que, nascidas e criadas nesses municípios, se mudaram para metrópoles em busca de melhores oportunidades profissionais. Agora, aposentadas, elas fogem das cidades maiores, onde se registra considerável queda na qualidade de vida, para se abrigar em meio à tranquilidade do interior. Isso implica na necessidade do oferecimento de alternativas de lazer e serviços voltados a tal público. Outro aspecto é que, muitas vezes, esse público volta das metrópoles dispondo de dinheiro, que pode ser investido em pequenos negócios.
No extremo oposto, a redução da população entre 0 e 9 anos implica na diminuição da procura por serviços necessários para esse público, como brinquedos, artigos infantis em geral e até vagas em escolas de pré-primário e nas primeiras séries do ensino fundamental.
Também foi analisada a situação dos trabalhadores que estão registrados e daqueles que integram a economia informal. A proporção de trabalhadores registrados, em relação ao total da população potencialmente ativa (entre 15 e 64 anos), corresponde a 45,6%. Isso não significa, porém, que o restante (54,4%) seja a quantia absorvida pelo mercado informal, porque, englobados por esse índice, há estudantes e aposentados. Mas serve como uma base comparativa.
O setor que mais emprega trabalhadores na economia formal é a indústria, que absorve 37% do total. Em todo o Estado de São Paulo, esse índice corresponde a 30% e, considerando-se apenas o interior, essa quantia evolui para 32%.
O segundo ramo que mais abrange trabalhadores da economia formal
é a agricultura, com 33%. No Estado de São Paulo, esse índice é de 4% e, no interior, de 10%.
O setor de serviços fica por último, absorvendo 30% dos trabalhadores. No Estado, esse índice é de 66% e, no interior, de 58%.
Por atividade econômica, os ramos que mais empregam o trabalho formal em Lençóis Paulista são os seguintes: agropecuária (32,5%), indústria de alimentos (17,4%), comércio varejista (7,8%), serviços auxiliares (6,4%), administração pública (6,2%), indústria têxtil (5,2%) e indústria de papel (3,5%).
Dos trabalhadores formais empregados em Lençóis Paulista, 80% têm no máximo primeiro grau completo ou incompleto e, destes, 1,8% são analfabetos. 15% têm segundo grau, completo ou incompleto, e outros 5% têm curso superior completo ou incompleto. Esses dados são preocupantes porque indicam baixa escolaridade da mão-de-obra, diante de um mercado que exige, em quaisquer segmentos da economia, cada vez mais aprimoramento e especialização. As novas tecnologias exigem profissionais com grau de instrução compatível, o que significa, muitas vezes, a exclusão daqueles que não tenham completado o segundo grau. Supõe-se que o grau de instrução dos trabalhadores que atuam na economia informal seja ainda menor.
Após avaliar os dados colhidos (muitos outros, além desses expostos, que se constituem como os principais), foram desenvolvidas propostas para alavancar os segmentos econômicos que são mais promissores na cidade. (leia no quadro)
A próxima etapa do trabalho é formar grupos de trabalho para implementar essas propostas. Cada grupo deve atuar voltado para um dos objetivos expostos.
Hidrovia é trunfo de Pederneiras
Cidade deve apostar em indústria de induzidos, móveis e confecções, mas hidrovia vai proporcionar maior desenvolvimento
Pederneiras - A exposição do diagnóstico sobre a economia de Pederneiras aconteceu no dia 29 de setembro, no salão nobre da Prefeitura Municipal. Estiveram presentes representantes do Sebrae e da Unesp de Botucatu, o prefeito de Pederneiras, Rubens Cury (PSDB), vereadores, o presidente da CDL
(Câmara de Dirigentes Lojistas) na cidade, José Eduardo Cury Salemi, entre outras autoridades e representantes de entidades de importância no município.
Antes da apresentação dos resultados da pesquisa, o prefeito discursou, antecipando um dos temas predominantes da discussão: a importância da hidrovia para alavancar o desenvolvimento de Pederneiras. Segundo Cury, o porto intermodal que fica na cidade é o mais estruturado da hidrovia, e só não evoluiu ainda mais, nos últimos anos, porque faltavam duas obras de infra-estrutura: o terceiro trilho e a pavimentação do acesso ao porto, possível, até então, apenas através de estradas de terra. O terceiro trilho foi inaugurado no final do ano passado, enquanto a pavimentação, concluída recentemente, deve ser inaugurada oficialmente em breve, mas já está
à disposição dos usuários. Com as melhorias, nas quais foram investidos R$ 10 milhões, o porto tornou-se o único da hidrovia em que o transporte intermodal em todas as modalidades possíveis. O projeto do porto intermodal de Jaú (que, pela proximidade com o pederneirense, poderia absorver parte de seu movimento), segundo Cury, ainda está apenas "no papel", e deve demorar muitos anos para ser implementado, porque nem a desapropriação da área a ser utilizada foi feita, ainda, e o governo estadual não tem investido mais na hidrovia.
O prefeito destacou que resta a instalação de uma agroindústria que utilize o porto de Pederneiras. A Santista Alimentos, que atua com produtos derivados da soja, esteve em vias de se instalar na cidade mas, antes de se efetivar no município, tenta solucionar uma controvérsia relativa ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
O professor da Unesp Flávio Abranches Pinheiro, que coordenou a pesquisa em Pederneiras, foi responsável por apresentar seus resultados. Ele começou alertando que a cidade enfrentou problemas no período entre 1987 e 1997, quando o comércio e a agricultura se estagnaram, registrando crescimento nulo (correspondente a 0%). Houve períodos em que esses setores cresceram, mas a retração que os atingiu em outros momentos fez com que, na média, o crescimento fosse nulo. A retração no setor comercial aconteceu, em especial, entre 1988 e 1989, enquanto, na área rural, ocorreu com maior intensidade entre 1996 e 1997.
Já o setor industrial destoou dos demais, tendo registrado um crescimento anual de 10%, devido à instalação de novas indústrias (e não ao crescimento daquelas já existentes). No Estado de São Paulo, esse índice atingiu 1% ao ano, enquanto a região cresceu, a cada ano, 6,7%. Esses números foram obtidos através da análise das ligações elétricas feitas em cada município.
O crescimento populacional médio foi de 6,5%, enquanto, no Estado de São Paulo, esse índice atinge 8%. O
êxodo rural (abandono do campo, para se estabelecer na cidade) foi grande: a população fixada no campo diminuiu 30,5%, o que resulta numa pressão considerável sobre a infra-estrutura da cidade. Tornam-se necessárias mais casas, a estrutura de saneamento básico deve se ampliar, entre outras necessidades que surgem em decorrência dessa transferência.
Na divisão por faixa etária, observa-se que a população entre 0 e 14 anos diminuiu 3%. A quantia de pessoas com idade entre 15 e 64 anos, considerada a população potencialmente ativa (apta ao trabalho), aumentou 10,3%, enquanto a população com 65 anos ou mais aumentou 18,3%. A variação das faixas etárias é semelhante àquela registrada em Lençóis Paulista: a população jovem diminui, enquanto a idosa aumenta. Um dos fatores que explicam esse resultado é o desenvolvimento, que se traduz em planejamento familiar e aumento da expectativa de vida. Outra explicação
é o retorno de famílias que se mudaram para os grandes centros, onde se estabeleceram em busca de melhores oportunidades de emprego. Hoje em dia, aposentadas, essas pessoas retornam, buscando a tranquilidade do interior. Após vários anos de trabalho, em geral constituíram poupança e, muitas vezes, estão dispostas a iniciar um pequeno negócio nas cidades para onde retornam.
O aumento da população idosa faz crescer, também, a demanda por serviços: desde atendimento médico até opções de lazer, entre outros. É uma das razões, aliás, que explicam o aumento do investimento feito pelas agências de turismo em pacotes para a terceira idade.
A quantia de trabalhadores formais (devidamente registrados) corresponde a 17% da população potencialmente ativa. Embora não signifique que 83% dos trabalhadores foram absorvidos pela economia informal (porque nessa quantia estão incluídas pessoas que ainda estudam, ou já estão aposentadas e, portanto, não trabalham), é um indicador da relação entre trabalho formal e informal.
O professor Flávio Abranches Pinheiro destacou que não se pode afirmar com segurança que o trabalho formal seja melhor que o informal. Há aspectos positivos e negativos em relação a ambos: enquanto um oferece maior segurança ao empregado, outro pode render mais, eis que não enfrenta os descontos habituais impostos pelo Poder Público ao trabalho registrado.
O setor de serviços emprega a maior parte dos trabalhadores formais, 50% deles. No Estado de São Paulo, essa média
é de 58%. O setor agrícola absorve 27% (esse índice atinge 4% no Estado e 10%, se considerado apenas o interior), enquanto o setor industrial abrange 23,4% (a média no Estado corresponde a 30%).
Entre as atividades que mais empregam os trabalhadores formais, a agropecuária fica em primeiro lugar, responsável por absorver 25% deles. Em seguida, ficam o varejo (16%) e a administração pública (13%).
A qualificação dos empregados no setor formal, como também acontece na maioria das outras cidades pesquisadas,
é precária: 73% deles têm até a oitava série do primeiro grau; destes, 42% têm até a quarta série.
A baixa escolaridade da população economicamente ativa é um dado preocupante porque o comércio, por exemplo, em geral exige primeiro grau completo, enquanto bancos e outras empresas prestadoras de serviços exigem, no mínimo, segundo grau. Mesmo a agricultura, que absorvia a mão-de-obra menos qualificada, em razão da mecanização, está reduzindo a quantia de trabalhadores, expulsando exatamente aqueles menos qualificados. Por isso, torna-se cada vez mais necessária a requalificação e a constante especialização dos trabalhadores, em todos os segmentos da economia.
Com base nestes e em outros dados, foram compostas diversas propostas de incrementação da economia (leia no quadro). O próximo passo é a organização de grupos responsáveis por agilizar a implementação de cada uma das sugestões expostas. A Unesp e o Sebrae vão continuar acompanhando os trabalhos, para oferecer todo o apoio necessário.
Propostas de ação para os municípios de Agudos, Lençóis Paulista, Lins, Pederneiras e São Manuel
1)Estimular culturas alternativas à cana-de-açúcar
*Esse cultivo predomina na região, mas enfrenta desvalorização. Por isso, é indicada a busca de culturas que tenham maior procura.
2)Adensar a cadeia produtiva da cana-de-açúcar
*Ou seja, buscar meios de aproveitar melhor todos os subprodutos dela. Uma alternativa exemplar, implementada na região de Presidente Prudente, é a produção de rapadura, que está sendo exportada.
3)Contribuir para a geração de alternativas de ocupação para a mão-de-obra da cana-de-açúcar
*Isto é, promover programas de requalificação para essa mão-de-obra.
Propostas específicas para Lençóis Paulista
1)Promover o desenvolvimento industrial
1.1)Melhorar a infra-estrutura do distrito industrial
1.2)Implementar uma incubadora para micro e pequenas empresas
1.3)Estimular o surgimento de novas micro e pequenas empresas
1.4)Promover a capacitação industrial
2)Apoiar a atividade do comércio
2.1)Realizar um estudo sobre os problemas atuais e possibilidades de desenvolvimento do comércio local
2.2)Promover a capacitação empresarial
Propostas específicas para Pederneiras
1)Capacitar fornecedores industriais
*Aproveitando a crescente adoção da terceirização, impulsionar as empresas locais, para que atendam as exigências impostas e se tornem capazes de assumir funções terceirizadas pelas grandes indústrias
2)Desenvolver a indústria de induzidos
*Pederneiras já foi um pólo de recondicionadores de induzidos. Como se tornou mais barato comprar peças novas, esse setor perdeu força, mas a mão-de-obra pode ser reaproveitada, agora para produzir peças novas.
3)Apoiar a indústria de móveis
*É uma atividade que se intensifica no município. Um de seus aspectos positivos é que o funcionário precisa de treinamento, não de instrução.
4)Apoiar a indústria de confecções
As grandes indústrias migraram para o interior. A cidade já dispõe de algumas micro empresas e a atividade exige apenas treinamento e, não, instrução.
5)Desenvolver o transporte intermodal
5.1)Atrair investimentos para o município, aproveitando a hidrovia
5.2)Promover cursos de capacitação empresarial para o setor
5.3)Expandir os serviços de alojamento e de entreposto comercial
5.4)Promover o treinamento de mão-de-obra