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Aumento dos combustíveis

Luciano Augusto
| Tempo de leitura: 2 min

BR resiste ao aumento do álcool

BR resiste ao aumento do álcool

Texto: Luciano Augusto

Seguindo a orientação do presidente da Petrobras Distribuidora (BR) de não reajustar o preço do álcool, os postos vinculados à bandeira, em Bauru, não praticaram qualquer reajuste até o momento.

De acordo com o gerente de vendas da Distribuidora BR em Bauru, Mário Rodrigues Breda, a "orientação do presidente é em nível nacional". Portanto, diz, não há nenhuma orientação, até o momento, para praticar preços novos.

Caso haja algum aumento, ele não deve acontecer até a próxima semana. O litro do álcool nos postos BR está sendo vendido a R$ 0,69 e o da gasolina a R$ 1,25

(ambos são preços à vista).

Os donos e gerentes de postos afirmam que o posicionamento em relação aos aumentos é o mesmo. Eles argumentam que não receberam, até o momento, qualquer informação da distribuidora sobre reajustes.

O gerente de uma rede de postos BR na cidade, Anselmo Mouzer, comentou que, "por enquanto, a orientação é para não aumentar". O que há, segundo ele,

"são algumas especulações (sobre reajuste de preços)".

O presidente da BR, Luiz Antonio Viana, garantiu à imprensa no último dia 4 de novembro que a distribuidora não irá reajustar os preços do álcool. A medida foi possível , segundo ele, porque a subsidiária da Petrobras não aumentou o preço do álcool vendido aos postos de combustíveis.

Viana disse ainda que recebeu "pressão de aumento", mas que a iniciativa de manter os preços trata-se da nova estratégia da empresa, que quer ampliar sua abrangência no mercado.

A BR distribui 100 milhões de litros de álcool aos postos, menos de um quinto do total vendido no País. No Estado de São Paulo, a BR tem 16% do mercado de postos.

Outras bandeiras já promoveram reajustes na quarta-feira e já vendem o litro do álcool a R$ 0,89. O da gasolina ainda permanece estabilizado em R$ 1,25, mas também deverá apresentar reajustes até o final da primeira quinzena de novembro.

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