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Comentário político

Redação
| Tempo de leitura: 3 min

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Desarticulação

Sem uma bancada sem articulação política com qualidade e sem líder na Câmara Municipal, o prefeito Nilson Costa viu mais um veto seu ser derrubado, nesta semana. A autorização para a terceirização do tratamento de esgoto vai esperar mais um pouco. A lei ficou vigindo por três prefeitos que ocuparam a cadeira do Executivo.

Mau cheiro

A cidade precisa tratar seu esgoto, mas também precisa de uma política definida para a questão. Enquanto o assunto continuar sendo discutido somente no campo político, não haverá definição. Enquanto o lodo espera uma estação de tratamento, a terceirização, ao mesmo tempo, gera especulações sobre cifras e grupos empresariais. Agora nem a lei existe mais.

Moratória do IPTU

A Câmara Municipal de Bauru também rejeitou o veto do prefeito ao projeto de lei que concede uma moratória

(rolagem), por seis meses, a devedores do IPTU que estiverem desempregados. A lei foi elaborada por Antonio Carlos Garmes (PSDB), contando com o apoio de vários vereadores. A lei, então, entrará em vigor assim que for publicada.

Sessão diversificada

O Executivo recebeu críticas com temas variados e distintos, na sessão da Câmara de anteontem. Ávila reclamou a não-aplicação da lei das focinheiras para cães ferozes, Relvas apontou um matagal perto de uma escola no Jardim Beija Flor, o quieto Leandro Martins cobrou uma frente de serviço para a limpeza da cidade, entre outras reclamações. Parreira mostrou mato no Geisel.

Envernada municipal

O sereno vereador Leandro Martins, por sinal, deu uma indicação da impaciência de muita gente com a sujeira e mato que cobrem praças e vias públicas. "Está na hora de o prefeito fazer uma frente de trabalho para limpar essa cidade, que está parecendo uma envernada", disparou Martins, geralmente comedido.

Tidei na TV Preve

Um leitor, na Tribuna de hoje (nesta página) e o presidente do PMDB, Fernando Monti, estão pedindo à TV Preve que reprise a entrevista dada pelo ex-prefeito Tidei de Lima na semana passada, que foi ao ar uma vez, apenas. Os peemedebistas querem a reapresentação, como ocorre com outros políticos.

Coligação

O PDT prometeu ao PSD, partido de Cláudio Petroni, uma coligação. O PDT, do presidente Marcelo Borges, recuou após anunciar a filiação do ex-vereador, há pouco tempo, com o receio de repercutir mal perante a opinião pública a entrada na legenda de um ex-integrante do governo Izzo Filho. Com a palavra, o presidente do partido.

Região dividida

Mesmo a contragosto de Borges, que não quer, de forma alguma, ouvir vozes contrárias à candidatura de Pedro Tobias

à Prefeitura, a editoria regional do JC, cumprindo seu dever jornalístico, conversou com alguns diretórios do PDT na região. Uma boa parte apóia a candidatura de Tobias a prefeito de Bauru. Por isso, é equivocado ficar vendo fantasma antes da hora. Está na edição de hoje.

Sato protesta

O vereador Futaro Sato (PMDB) disse, ontem, que não concorda com as colocações daqueles que se dirigem a Nilson Costa como "prefeito de plantão". Para Sato, a educação pede que o prefeito seja respeitado em sua função, já que foi legalmente chamado a ocupar o cargo, sendo empossado pela própria Câmara Municipal.

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