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Pesos e medidas

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 2 min

Ipem registra somente dois erros na operação

"Ovos de Páscoa"

Texto: Patrícia Zamboni

Esta semana, o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), órgão da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, realizou a operação "Ovos de Páscoa", que incluiu a fiscalização de ovos de chocolate e de vários outros produtos considerados

"da época" (mês de abril), como azeite, azeitona e ameixa seca. De um total de 14 produtos analisados, somente dois continham erros. Os itens verificados foram coletados em Bauru, Avaré, São Manoel e Novo Horizonte.

De acordo com Luiz Antonio Brizzi, supervisor técnico regional do Ipem, um dos produtos irregulares foi o ovo de chocolate ao leite, de 90 gramas, da marca Village, que apresentou três erros individuais em 32 unidades verificadas. O outro produto irregular foi a ameixa seca La Violetera, de 500 gramas, que apresentou erro, na média, de menos 2,38%, o que corresponde a menos 11,9 gramas, além de sete erros individuais de 20 unidades verificadas.

Os produtos analisados e classificados como corretos foram a azeitona verde La Serena, azeite de oliva Cirio, ovo de chocolate dos Mamíferos

(Parmalat), massa para lasanha Petybon, ovo de chocolate Lancy, azeite de oliva Requinte, ovo Surreal, ovo Twingo, atum sólido da marca Kero, ovo Tortuguita, azeitona verde Piriquito e ovo de Páscoa Lacta.

As empresas fabricantes dos produtos analisados como irregulares foram notificadas para retirá-los de comercialização. A autuação lavrada contra essas empresas vai gerar multa de até 2.400 Ufirs para as primárias, e de até 4.800 Ufirs para empresas reincidentes.

De acordo com Brizzi, a operação "Ovos de Páscoa" realizada no ano passado terminou com praticamente o mesmo balanço dessa última. O supervisor técnico do Ipem aproveita para alertar aos consumidores que qualquer produto acondicionado, mesmo que seja de fabricação caseira - como é o caso de muitos ovos de chocolate -, tem que trazer, na embalagem, o seu peso. Segundo ele, a falta da indicação quantitativa já é motivo para autuação.

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