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Drogas

Redação
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Dise/Jaú apreende cocaína na praça

Dois rapazes foram autuados sob acusação de tráfico e quase 300 gramas de cocaína foram apreendidos na noite de anteontem após uma operação que teve início a partir de denúncias de populares. O fato ocorreu na praça do Jardim Maria Luiza I, em Jaú, um bairro classe média.

As investigações que culminaram o flagrante tiveram início já há algum tempo a partir de quando a Delegacia de Investigações Sobre Enorpecente (Dise) começou a receber denúncias e reclamações sobre a possibilidade de tráfico naquela região da cidade. Na noite de quinta-feira, após uma informação dando conta de que uma entrega de droga estaria prestes a ser feita na praça, os policiais se dirigiram para lá e montaram um esquema especial para não despertar atenção e afugentar possíveis suspeitos.

A ação policial se intensificou com a chegada de uma moto que, além do piloto, levava também um rapaz na garupa. Quando o rapaz da garupa, Carlos Antonio Lino, 23 anos, desceu do veículo em direção à praça, foi logo abordado por um policial e os dois chegaram entrar em luta corporal. Segundo a Dise, que contava inclusive com testemunha no local, um pacote contendo cocaína foi descartado pelo suspeito e recolhido por outros policiais. Na sequência, na casa do suspeito, outra porção de cocaína foi apreendida, totalizando aproximadamente 296 gramas da droga. Também foram apreendidos materiais que a polícia normalmente relaciona ao tráfico, como balança de prescisão e papeis característicos para embalagem de entorpecente.

O outro rapaz que estava pilotando a moto só foi localizada ontem, como sendo Éberson Aparecido Pissuto, 31 anos. Ele também foi indiciado por tráfico mas deve responder ao processo em liberdade. Segundo o delegado titular da Dise, Luverci da Costa Mello, o suspeito disse que receberia R$ 100,00 pela carona ao outra rapaz. Já Lino, teria alegado que adquiriu a droga de uma pessoa de Ribeirão Preto.

Apreendido 1,3 kg de droga em Pirajuí

Policiais militares apreenderam anteontem à noite, próximo ao cemitério da cidade, cerca de 1,3 kg de maconha. Um rapaz foi detido e outro está sendo procurado. A prisão aconteceu após uma perseguição policial que terminou no meio de um matagal.

A ocorrência teve início por volta das 23 horas quando o cabo Joel e o soldado Oliveira faziam o patrulhamento de rotina e perceberam que dois ciclistas tentaram fugir assim que peceberam a aproximação da viatura policial. A partir desse momento, os policiais se dividiram e cada um saiu em perseguição a um dos então suspeitos.

O ciclista perseguido pelo soldado Oliveira conseguiu se evadir. Já o cabo Joel adentrou a um matagal, nas proximidades do cemitério e abordou Rogério Gomes de Moraes, 23 anos. Durante a abordagem, no meio do mato, o cabo contou com a colaboração de uma testemunha que passava pelo local, de caminhone, e ajudou a iluminar a área. O policial teria notado o suspeito se desfazendo de um pacote. Por isso, após deter o rapaz, continuou as buscas para chegar o que então havia sido jogado. Segundo a PM, tratava-se de um embrulho contendo cerca de 1,3kg de maconha que a polícia acredita estivessem presos ao redor do corpo do suspeito por uma borracha, tipo um cinto que ele usava.

Droga e suspeito foram levados para a Delegacia onde o delegado Ricardo Silva Dias elaborou o flagrante por tráfico de entorpecente. O rapaz alegou que a droga não lhe pertencia. Ele ficará detido aguardando decisão da Justiça.

Polícia da Barra flagra estúdio pirata

Foram apreendidos mais de um mil CDs e vários equipamentos que estariam sendo utilizados para a gravações clandestinas

A Polícia Civil de Barra Bonita apreendeu anteontem grande quantidade de material clandestino e fechou um estúdio que funcionava na ilegalidade. O responsável pelo estúdio, Antonio Donizete Estevanato, 44 anos, foi autuado sob a acusação de violação de direitos autorais.

Entre o material apreendido pela polícia estão 1.239 CDs já gravados, computadores, mesa de som, videocassetes e scaner. Também foram apreendidos CDs virgens.

Segundo o delegado Claudemir Ferracini, o estúdio funcionava numa residência. Lá estariam sendo reproduzidos CDs e confeccionadas as capas dos mesmos, através de cópias em scaner, o que segundo a polícia deixava marcas claras de falsificação na embalagem. Já a gravação, segundo a polícia apresentava boa qualidade.

Pelas investigaões da polícia, uma variedade de cantores, de diversos estilos musicais estavam tendo seus trabalhos pirateados. Num primeiro momento, a polícia apurou que os CDs estavam sendo vendidos por R$ 5,00 no atacado e R$ 7,00 no varejo.

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